
é minha história foi inspirada em Air problem?
Yoo~
EU FIZ UMA ONE SHOT PARA A ESCOLA AGAIN \Õ/ só que ficou.. um pouco muito grande .3.'' tem 7 páginas no world OAO -q mas mas mas... poderiam ler? Descobri que só 2 seguidores leem minha fanfic, o que eu acho muito chato sabe.. meu sonho é ser escritora çwç sacanagi... -qq enfim.. u3u' espero que gostem que for a pessoa lindja diva absoluta que for ler -qq
“Eu sempre
sonhei em ver o mar, toda a vez que fecho meus olhos vejo ele em minha mente
tão grande majestoso e brilhante... porém tão distante. O mais próximo dele
para mim são as lágrimas que escorrem pelo meu rosto.”
Enquanto
caminhava sobre o crepúsculo cada passo que dava parecia uma flecha em meu
coração, estava triste, e olhar para as luzes melancólicas do pôr-do-sol não
ajudava a melhorar meu humor. Momentos felizes pareciam ter sumido do meu
coração para sempre, mesmo tão jovem sabia o que era sofrer, melhor do que
desejava.
Chegando em
casa tranquei-me no quarto, como se aquela fechadura trancasse junto minha dor,
deitei e passei a olhar para o teto esperando o tempo andar. Até que meus
devaneios e tristezas foram interrompidos pelo soar da campainha, o que me
parecia um tanto inconveniente, porém se não atendesse logo seria ainda mais
irritante.
Com um
suspiro andei lentamente até a porta de entrada, tentando ignorar os toques
constantes, quando finalmente abri a porta após uns 5 toques vi dos rostos
sorridentes de vizinhos meus que francamente, nunca tinha conversado antes.
Diferente de mim pareciam muito contentes e animados.
- Olá,
soubemos que você era novo por aqui, e por isso viemos nos apresentar, meu nome
é Tim e o dele é Burton, estamos aqui para conversar. Como hoje é noite de
halloween, gostaríamos de lhe mostrar um
casarão abandonado no final da rua. – Disse um dos dois, com uma alegria que
deixava o brilho de seus olhos aparecer.
É mesmo,
hoje era noite de halloween, mas não estava com ânimo para este tipo de coisa,
fazia já alguns meses que não me animo para nada. Mas acabei vencido pela
felicidade deles e acabei os acompanhando em esta “empolgante aventura”.
A noite, um
período do dia aonde a escuridão domina e o medo acorda. Naquela noite, a qual
a lua não demonstrava seu brilho, deixando tudo negro, aflorando o medo em
nossos corações. Combinando perfeitamente com a data e a história aqui contada
Chegando
perto da casa, podia sentir um silêncio arrebatador, mostrando-nos a casa de
uma maneira como se fosse nos engolir. Porém entrei sem problemas, o que quer
que fosse aparecer ali, isto é, se algo realmente aparecesse e me tirasse a
vida, não seria mais assustador e deprimente que a situação a qual me encontro
mesmo.
Ao contrário
de mim, os dois que outrora pareciam tão animados estavam com um medo
totalmente explicito em suas faces.
Não sabia
como explicar, mas de algum modo aquela casa me interessava, me chamava, me
pedia. E cedendo aos sons di chamado
constante ia me aproximando mais e mais sem prestar atenção em meus movimentos,
e a cada passo adentrava mais e mais em um caminho que os outros poderiam
julgar sem volta.
Quando abri
os olhos que não me lembro de ter fechado, estava em um ambiente fechado, que
não carregava luz, sendo meu único ponto de referencia a frestinha de uma
janela aberta. Nunca gostei do escuro, e isso sempre foi uma arma que adoravam
usar contra mim, por puro gosto pessoa, por me ver sofrendo. Acreditava estar
sozinho naquela casa, quando ouvi vindo de outro cômodo alguns passos, sem ter muito o que fazer
acabei sendo levado pelo som. Porém
acabava sendo difícil alcançá-los pareciam-me tão leves e ágeis, acabei tendo
que correr para chegar a eles.
Então,
finalmente encontrei o que tanto procurava, na minha frente eu via uma menina,
aparentemente jovem, completamente pálida, e com cabelos loiros quase brancos,
com cachos bem traçados que percorriam todo o seu corpo, o vestido branco só
servia para deixa-la ainda mais apagada, e a única coisa que se destacava das
demais eram os seus grandes olhos castanhos, que olhavam para mim de um jeito um
tanto assustados. Ela havia tentado começar a correr, mas acabara tropeçando e
agora me encarava com um certo medo do que viria pela frente, reclamando um
pouco de dor sem querer se levantar, vendo aqueles olhinhos tão meigos esta
tristeza.
-Quem eu
sou... com isso perguntamos automaticamente nomes.. acho eles desnecessários,
apenas acabam nos rotulando, não sou um nome, sou uma mistura de sentimentos,
fatos e memórias. O que vim fazer aqui nem eu mesmo sei, fui atraído pela aura
desta casa que me chamava até ela – “Mas o que eu estou dizendo” pensei, com
ela de alguma forma conseguia ser verdadeiro, graças a maneira simples dela de
agir.
No começo
conseguia perceber uma certa confusão naquele olhar tão delicado, depois de
alguns segundos calculando provavelmente, o que eu havia dito, ela apenas riu do
meu jeito peculiar de responder perguntas tão simples, comuns e até mesmo
clichês.
- Você é
mesmo uma pessoa interessante – Falou ela ainda rindo um pouco de leve - Mesmo que nunca tenha tido muito contacto
com outras pessoas, consigo perceber que esta não foi uma resposta habitual,
gostaria de ter te conhecido quando ainda tinha tempo...
- Tempo...?
- Perguntei um tanto confuso, ela também a meus olhos não parecia ser uma
pessoa normal.
Em vez de me
responder, a garota apenas sorriu e não disse nada durante alguns minutos,
provavelmente percebeu que estava começando a ficar um pouco assustado disse
com um suspiro.
- Você
gostaria de ouvir uma triste história? – Ela ainda sorria, mas também era visível
uma certa tristeza em seu olhar.
Já estava
cansado de histórias tristes, já não
bastava a minha própria, mas no meio do desespero como única forma de livrar-me
do que sentia acabei concordando com a idéia.
E graças a
isso ela me pareceu realmente bem animada, levantou-se, fez uma reverencia e
começou a andar de um lado para o outro de uma maneira teatral, como se
estivesse se apresentando para muitas pessoas, e não só para simplesmente eu.
Me diverti vendo aquele jeito dramático dela, agora tinha certeza que não era o
único “estranho” ali.
- Há muitos
anos atrás, em uma casa como essa vivia uma rica família, formada por três
pessoas: pai, mãe e filha. Vendo de fora eles realmente pareciam felizes, porém
todos sofriam com a doença que a filha carregava consigo desde que nascera. E
por isso acabou nunca indo para a escola, ou para qualquer outro lugar que não
fosse o hospital. E mesmo que sua cidade fosse a beira-mar nunca foi visitar
este. Como ele sempre acabava aparecendo nos livros que tinha em casa, seu
sonho sempre foi visitá-lo. Tinha feito uma promessa para alguém muito
importante que iriam juntos.
“Sua casa
era sua prisão, seu quarto era a cela, porém ninguém conseguia prender sua
imaginação, que flutuava sobre aquela água salgada e gelada. Sentindo o cheiro
de algas marinhas e de vez em quando de deparando com alguma criatura marinha
colorida e bela.
“A única
coisa que seus pais podiam fazer era consolá-la. E com um cafuné de leve e
alguns beijos na testa os dois a contavam tudo que a jovem perguntava sobre o
oceano que lhe parecia tão misterioso. Ela esperava ansiosamente o momento que
se curaria e finalmente veria aquilo que lhe era tão estimado. Porém os tempos difíceis
vieram, por se arriscarem com um negócio incerto que por azar deu errado a família
perdeu tudo da noite para o dia, e com isso não tinham mais quase como pagar o
tratamento da filha. Deixavam de comer dias, para tentar mantê-la viva, como se
a vida dela fosse às deles próprios. Não agüentando ver os pais sofrendo
daquele jeito, a menina tomou uma decisão. Foi na cozinha, pegou uma faca e cortou
os próprios pulsos, sem ao menos realizar os seus sonhos.”
Quando dei
por mim estava chorando, já havia escutado histórias bem piores, mas a emoção
que ela contara tinha sido tanta, que acabou me comovendo imensamente. Vendo
minhas lágrimas ela apenas, buscando uma forma de desviar o olhar, olhou para
frente de maneira pensativa e disse.
- Eu acho
que ela foi uma fraca por ter se matado... quando fazemos isso estamos jogando
uma vida inteira fora, sonhos, esperanças, alegrias, tristezas. A situação
nunca é concreta, tudo nessa vida muda.
Nada é concreto. Além de no fundo o que ela fazer foi simplesmente uma
desculpa, foi egoísta fazer os pais que se esforçaram tanto... Os fazendo
sofrer ainda mais... Quem morre são os covardes. Os vivos sempre serão os mais
fortes. – Os olhos dela agora finalmente demonstravam algum brilho, como se ela
estivesse prestes a chorar, mas não via lágrimas em seu rosto.
Não era fácil
adivinhas o que ela pensava, por fora parecia apenas uma simples garota, mas
pelo menos por dentro parecia ter um detalhe a mais que não estava conseguindo
decifrar... até que comecei a tentar associar todos os detalhes, falas..
qualquer coisa que me desse alguma pista. De alguma forma estava querendo
descobrir o que se passava na mente dela, ela penetrava na minha de alguma
forma. Mas não conseguia chegar a nenhum resultado. Nem mesmo sabia o que
estava fazendo, por que me importar tanto com ela? Eu já não havia decidido
parar de me importar...? Agora vejo que enquanto for um ser humano isso não
será possível.
Mas por que
acredito que ela necessita de ajuda? O corpo frágil e indefeso dela me parece
pedir socorro.
- Não
precisa se preocupar comigo, só agradeço por ser a única pessoa que me visita
em meses... ou provavelmente anos, já perdi a noção de como o tempo passa lá
fora. Mesmo se tivesse também teria perdido a conta... – Falou ela
surpreendentemente, como se lesse a minha mente, ou talvez estivesse explicito
em minha face as perguntas que a fazia.
Só sei que
depois disto todas as pontas acabaram se encaixando por si só. Mais óbvio impossível,
ela na verdade seria a garota da própria história. Isso explicava a sua emoção
a contando, as falas estranhas... mas por que sinto como se ela me pedisse
socorro? Por que eu...?
- Talvez por
que você seja parecido com o único amigo tive, aquele que acabou me prometendo
ver o mar junto comigo... Eu nem tenho certeza se ele ainda se lembrava de
mim... Só sei que ele é uma pessoa muito preciosa para mim, e por você ser
muito semelhante a ele, acabei lhe chamando inconscientemente. Desculpe por isso. Pode ir
embora se este for o seu desejo. – Me disse ela com um sorriso tristonho e de
pena.
- Não vou
embora... você continua na terra apenas por um motivo, ver as águas cristalinas
no mar com um amigo. Então, vamos ser amigos? Vamos ir para o mar apenas nós
dois? Sem isso... como poderá continuar a evoluir e a mudar, mesmo que em outro
corpo, ou em algum lugar distante. Todos os fantasmas estão na terra por
desejos não realizados, e não saíram da terra sem eles. – Eu disse lhe
estendendo as mãos, ela as segurou com força. Olhando diretamente nos olhos
dela, podia ver que estavam começando a surgir pequenas lágrimas. – Posso não
ser esse seu precioso amigo... mas o meu desejo no momento é realizar o seu.
Após ouvir
as palavras a menina desabou e começou a chorar
de alegria, o sorriso e as lágrimas juntos em seu rosto davam uma
sensação serena como a de um arco-iris. O sol começava a nascer de longe de um
jeito alegre e belo, que fazia anos que não tinha esta sensação o vendo.
Segurando ainda uma de suas mãos comecei a correr em direção a porta, como estávamos
em uma cidade a beira-mar conhecia uma praia ali perto. Porém na porta fui
parado pelos meus dois vizinhos que me encaravam sorrindo.
- Acha mesmo
que pode levá-la ao mar? Você é estúpido? Ela está ai há anos... Esperando, não
é possível que alguém como você acabe com isso em um dia. Alias, não podemos
deixar que a carregue daqui. Um cara nos pagou muito bem, para mantê-la presa
sobre esta casa, e queríamos levá-lo aqui apenas como pretexto de “noite de
halloween” para que ficasse com medo e nunca mais voltasse. Pelo visto
falhamos. Temos que informá-la... mocinha, se é que devemos nos dirigir a
alguém que morreu assim, que ficará presa aqui para sempre. Príncipes encantados
não vêem para donzelas que já foram devoradas pelo dragão.
Ao ouvir
isso a jovem parecia encontrar-se em estado de coque, e começou a chorar
desesperadamente. Procurando uma salvação... qualquer coisa que pudesse a
livrar desses sentimentos que o homem trouxera a tona. Vendo isso eu apenas me
ajoelhei e fiquei ao lado dela, tentando ao máximo ignora-los. Era tanto
egoísmo dela, apenas querer ver o mar e recomeçar? Era certo fazer isso com uma
menina tão delicada que não sabia ao menos se defender dos ataques constantes?
Sem pensar muito, me levantei e tentava afasta-los, soca-los... qualquer coisa
desde que ficassem fora da vista dela. Porém eles desviavam com muita
facilidade zombando da minha cara... fazendo o mesmo que aqueles que sofria
tanto nas mãos.
- Acha mesmo
que pode fazer alguma coisa? Você é apenas um fraco que para se defender fingia
não ligar para nada. Pelo visto era apenas uma mascara, o que uma pessoa
inferior como você pode fazer por ela? Por que não morre também aproveitando,
seus pais te largaram sozinho naquela casa por vergonha de terem um filho tão
asqueroso como você.
Agora era eu
quem estava caído, como poderia me defender diante de tantas verdades? Como
podia lutar contra alguém que sabia de todos meus pontos fracos? Como proteger
aquela jovem... Se mal conseguia fazer isso a mim mesmo?
Vendo a
minha cara para baixo olhando para o chão com uma vontade imensa de chorar, ela
chocada disse para eles com um tom de voz forte que eu não sabia que ela
conseguiria alcançar.
- E ISSO POR
ACASO É UM MOTIVO PARA SER CHAMADO DE LIXO? ELE PELO MENOS NÃO DESISTIU, A
COVARDE AQUI FUI EU QUE NÃO SEGUI EM FRENTE!! ELE CONTINUA ANDANDO..
PROGREDINDO.... NADA É ETERNO, O QUE ADIANTA PROTEGER ALGO QUE NUNCA LHE
PERTENCEU?! FALE PARA O SEU CHEFE QUE EU SINTO MUITO, MAS PERTENÇO AO MAR!! –
Dizendo isso ela pegou na minha mão com força e saiu correndo com os olhos meio
perdidos procurando por aonde ia.
Eu ri
percebendo que ela não fazia a menor idéia de onde se dirigia, corri um pouco
mais rápido passando na sua frente, agora era ela quem me seguia. Dando meia
volta ia me dirigindo a direção do mar, conseguia ouvir os soluços que ela dava
enquanto corria comigo. Quando finalmente chegamos a praia ela que me guiava,
com os olhos castanhos mais brilhantes que o próprio sol ela corria em direção
as águas salgadas que tanto estimava.
- VENHA PARA
CÁ TAMBÉM! Eu queria vir aqui com meu amigo não era? – Disse ela sorrindo.
Eu mesmo que
acabasse de tê-la conhecido, sentia um aperto no peito por ter que vê-la
partir. Porém vendo aquele rosto tão satisfeito não poderia fazer nada a não
ser aceitar. Quando pisei meus pés naquela água gelada e ia me aproximando
dela, comecei a perceber... ela estava desaparecendo, aos poucos ia ficando
mais e mais transparente. Meio constrangida, vendo que eu olhava para tudo que
ia desaparecendo.. ela se aproximou de mim, me deu um abraço e disse baixinho.
- Nós temos
que continuar evoluindo... né?
- Posso ao
menos... saber o seu nome? – Perguntei tentando ao máximo sorrir.
- Hikari...
luz... – E então ela riu – Mas você mesmo não disse que saber nomes era uma
coisa inútil?
- Bom... –
Hikari disse olhando para o céu – Agora é a hora de nos derpedirmos, mas tenho
certeza que nos veremos de novo, afinal... você foi aquele que me fez evoluir.
“Há muito
tempo, eu conheci uma menina... estava no hospital, como tinha nascido de um
pai diferente do que minha mãe era casada, eles estavam fazendo testes de DNA
para descobrir ao certo de quem era o infeliz que me deu a luz. Foi isso que me
disseram. Lá encontrei uma menina pálida, mas com olhos castanhos muito bonitos
e um sorriso maravilhoso que conversara comigo de igual para igual, não ligando
das minhas origens que tentava esquecer, mas me lembravam a cada instante. Ela
me disse que seu sonho era um dia ver o mar, mesmo que nossa cidade fosse
banhada por ele, ela nunca teve este privilégio. Então eu prometi leva-la....
estou escrevendo este bilhete para lembrar meu ‘eu’ do futuro, para ajudar
minha primeira e melhor amiga a realizar seu sonho”
- O que é
isso querido?
- Nada... só
estava guardando nesta caixa lembranças de uma amiga muito importante.
Ah TT^TT que lindo!!!
ResponderExcluir*Chorando*
A história é simplesmente perfeita!!!
Eu li tudo, você escreve muito bem pla-chan. Esse foi o primeiro texto seu que li!!! Também costumo escrever, mas sempre sai uma história sombria ou dorgada!
~kissus~
http://comecoka.blogspot.com.br/
OMG VC LEU MESMO TODA ESSA COISA GRANDE? *OOOOOO* -qq
ExcluirHahaha X333' que bom que alguém leu até o fim ;v; ~le emocon~ -q
haha' jura que ficou boa? *ooo* lol eu não consigo escrever fics doorgadas -qq sou uma problemática tentando a anos escrever uma comédia sem mts resultados u~ú' então meus parabens XD'' um dia eu ainda consigo u_u
Na verdade o dorgada não é porque é comédia. É por que as vezes vira uma coisa totalmente sem nexo, que de tão estranha me faz rir!!! ^^"
ExcluirAhh entendi XDD eu tenho umas histórias assim também.. na minha cabeça eram muito sérias maaas XDD não deu certo -qq
ExcluirAhh eu acho que devem estar boas ò3ó tenha confiança no que escreve!
bem criativa tu juntou perfeitamente cada frase.
ResponderExcluirfez um texto bem explicativo. porem deixou-me triste pq:
a Hikari teve que parte para o outro mundo.
fora isto ficou perfect...
de escritora para escritora: continue assim e teras sucesso.
visita meu blog flor: www.himeyoru.blogspot.com.br/
haha'' eu achei que ficou meio confuso XD' do nada ele ta nos lugares -qqq/parei
ExcluirAhh mas meus textos sempre acabam sendo assim meio tristes hime-san.. ewe''' é muito angel beats XDD'/parei
haai eu vou tentar melhorar >~<'' vou dar uma olhadinha sim *u*
que nada... geralmente eu ñ sou muito boa em escrever generos de estorias meio tristes.
ResponderExcluirporem vc faz sucesso no mercado com esses tipos de fanfics.
seu texto foi bem coerente.
kissus
Hahaha XDD' então obrigada *-*''' -qq
Excluireu gostei dos seus tmb .3. li algumas fics do seu blog *u*
eu acho que sempre apelei para os gêneros tristes XD preciso mudar um pouco >_>'' haha..