06 novembro 2012

One Shot - As Lembranças Guardadas Dentro de uma Caixa


é minha história foi inspirada em Air problem?
Yoo~
EU FIZ UMA ONE SHOT PARA A ESCOLA AGAIN \Õ/ só que ficou.. um pouco muito grande .3.'' tem 7 páginas no world OAO -q mas mas mas... poderiam ler? Descobri que só 2 seguidores leem minha fanfic, o que eu acho muito chato sabe.. meu sonho é ser escritora çwç sacanagi... -qq enfim.. u3u' espero que gostem que for a pessoa lindja diva absoluta que for ler -qq


“Eu sempre sonhei em ver o mar, toda a vez que fecho meus olhos vejo ele em minha mente tão grande majestoso e brilhante... porém tão distante. O mais próximo dele para mim são as lágrimas que escorrem pelo meu rosto.”

Enquanto caminhava sobre o crepúsculo cada passo que dava parecia uma flecha em meu coração, estava triste, e olhar para as luzes melancólicas do pôr-do-sol não ajudava a melhorar meu humor. Momentos felizes pareciam ter sumido do meu coração para sempre, mesmo tão jovem sabia o que era sofrer, melhor do que desejava.

Chegando em casa tranquei-me no quarto, como se aquela fechadura trancasse junto minha dor, deitei e passei a olhar para o teto esperando o tempo andar. Até que meus devaneios e tristezas foram interrompidos pelo soar da campainha, o que me parecia um tanto inconveniente, porém se não atendesse logo seria ainda mais irritante.

Com um suspiro andei lentamente até a porta de entrada, tentando ignorar os toques constantes, quando finalmente abri a porta após uns 5 toques vi dos rostos sorridentes de vizinhos meus que francamente, nunca tinha conversado antes. Diferente de mim pareciam muito contentes e animados.

- Olá, soubemos que você era novo por aqui, e por isso viemos nos apresentar, meu nome é Tim e o dele é Burton, estamos aqui para conversar. Como hoje é noite de halloween,  gostaríamos de lhe mostrar um casarão abandonado no final da rua. – Disse um dos dois, com uma alegria que deixava o brilho de seus olhos aparecer.

É mesmo, hoje era noite de halloween, mas não estava com ânimo para este tipo de coisa, fazia já alguns meses que não me animo para nada. Mas acabei vencido pela felicidade deles e acabei os acompanhando em esta “empolgante aventura”.

A noite, um período do dia aonde a escuridão domina e o medo acorda. Naquela noite, a qual a lua não demonstrava seu brilho, deixando tudo negro, aflorando o medo em nossos corações. Combinando perfeitamente com a data e a história aqui contada

Chegando perto da casa, podia sentir um silêncio arrebatador, mostrando-nos a casa de uma maneira como se fosse nos engolir. Porém entrei sem problemas, o que quer que fosse aparecer ali, isto é, se algo realmente aparecesse e me tirasse a vida, não seria mais assustador e deprimente que a situação a qual me encontro mesmo.

Ao contrário de mim, os dois que outrora pareciam tão animados estavam com um medo totalmente explicito em suas faces.

Não sabia como explicar, mas de algum modo aquela casa me interessava, me chamava, me pedia.  E cedendo aos sons di chamado constante ia me aproximando mais e mais sem prestar atenção em meus movimentos, e a cada passo adentrava mais e mais em um caminho que os outros poderiam julgar sem volta.
Quando abri os olhos que não me lembro de ter fechado, estava em um ambiente fechado, que não carregava luz, sendo meu único ponto de referencia a frestinha de uma janela aberta. Nunca gostei do escuro, e isso sempre foi uma arma que adoravam usar contra mim, por puro gosto pessoa, por me ver sofrendo. Acreditava estar sozinho naquela casa, quando ouvi vindo de outro cômodo  alguns passos, sem ter muito o que fazer acabei sendo levado pelo som.  Porém acabava sendo difícil alcançá-los pareciam-me tão leves e ágeis, acabei tendo que correr para chegar a eles.

Então, finalmente encontrei o que tanto procurava, na minha frente eu via uma menina, aparentemente jovem, completamente pálida, e com cabelos loiros quase brancos, com cachos bem traçados que percorriam todo o seu corpo, o vestido branco só servia para deixa-la ainda mais apagada, e a única coisa que se destacava das demais eram os seus grandes olhos castanhos, que olhavam para mim de um jeito um tanto assustados. Ela havia tentado começar a correr, mas acabara tropeçando e agora me encarava com um certo medo do que viria pela frente, reclamando um pouco de dor sem querer se levantar, vendo aqueles olhinhos tão meigos esta tristeza.

- Quem é você? E o que faz aqui? – Ela me perguntou com uma voz manca quieta e baixa.

-Quem eu sou... com isso perguntamos automaticamente nomes.. acho eles desnecessários, apenas acabam nos rotulando, não sou um nome, sou uma mistura de sentimentos, fatos e memórias. O que vim fazer aqui nem eu mesmo sei, fui atraído pela aura desta casa que me chamava até ela – “Mas o que eu estou dizendo” pensei, com ela de alguma forma conseguia ser verdadeiro, graças a maneira simples dela de agir.

No começo conseguia perceber uma certa confusão naquele olhar tão delicado, depois de alguns segundos calculando provavelmente, o que eu havia dito, ela apenas riu do meu jeito peculiar de responder perguntas tão simples, comuns e até mesmo clichês.

- Você é mesmo uma pessoa interessante – Falou ela ainda rindo um pouco de leve  - Mesmo que nunca tenha tido muito contacto com outras pessoas, consigo perceber que esta não foi uma resposta habitual, gostaria de ter te conhecido quando ainda tinha tempo...

- Tempo...? - Perguntei um tanto confuso, ela também a meus olhos não parecia ser uma pessoa normal.
Em vez de me responder, a garota apenas sorriu e não disse nada durante alguns minutos, provavelmente percebeu que estava começando a ficar um pouco assustado disse com um suspiro.

- Você gostaria de ouvir uma triste história? – Ela ainda sorria, mas também era visível uma certa tristeza em seu olhar.

Já estava cansado  de histórias tristes, já não bastava a minha própria, mas no meio do desespero como única forma de livrar-me do que sentia acabei concordando com a idéia.

E graças a isso ela me pareceu realmente bem animada, levantou-se, fez uma reverencia e começou a andar de um lado para o outro de uma maneira teatral, como se estivesse se apresentando para muitas pessoas, e não só para simplesmente eu. Me diverti vendo aquele jeito dramático dela, agora tinha certeza que não era o único “estranho” ali.

- Há muitos anos atrás, em uma casa como essa vivia uma rica família, formada por três pessoas: pai, mãe e filha. Vendo de fora eles realmente pareciam felizes, porém todos sofriam com a doença que a filha carregava consigo desde que nascera. E por isso acabou nunca indo para a escola, ou para qualquer outro lugar que não fosse o hospital. E mesmo que sua cidade fosse a beira-mar nunca foi visitar este. Como ele sempre acabava aparecendo nos livros que tinha em casa, seu sonho sempre foi visitá-lo. Tinha feito uma promessa para alguém muito importante que iriam juntos.

“Sua casa era sua prisão, seu quarto era a cela, porém ninguém conseguia prender sua imaginação, que flutuava sobre aquela água salgada e gelada. Sentindo o cheiro de algas marinhas e de vez em quando de deparando com alguma criatura marinha colorida e bela.

“A única coisa que seus pais podiam fazer era consolá-la. E com um cafuné de leve e alguns beijos na testa os dois a contavam tudo que a jovem perguntava sobre o oceano que lhe parecia tão misterioso. Ela esperava ansiosamente o momento que se curaria e finalmente veria aquilo que lhe era tão estimado. Porém os tempos difíceis vieram, por se arriscarem com um negócio incerto que por azar deu errado a família perdeu tudo da noite para o dia, e com isso não tinham mais quase como pagar o tratamento da filha. Deixavam de comer dias, para tentar mantê-la viva, como se a vida dela fosse às deles próprios. Não agüentando ver os pais sofrendo daquele jeito, a menina tomou uma decisão. Foi na cozinha, pegou uma faca e cortou os próprios pulsos, sem ao menos realizar os seus sonhos.”

Quando dei por mim estava chorando, já havia escutado histórias bem piores, mas a emoção que ela contara tinha sido tanta, que acabou me comovendo imensamente. Vendo minhas lágrimas ela apenas, buscando uma forma de desviar o olhar, olhou para frente de maneira pensativa e disse.

- Eu acho que ela foi uma fraca por ter se matado... quando fazemos isso estamos jogando uma vida inteira fora, sonhos, esperanças, alegrias, tristezas. A situação nunca é concreta, tudo nessa vida muda.  Nada é concreto. Além de no fundo o que ela fazer foi simplesmente uma desculpa, foi egoísta fazer os pais que se esforçaram tanto... Os fazendo sofrer ainda mais... Quem morre são os covardes. Os vivos sempre serão os mais fortes. – Os olhos dela agora finalmente demonstravam algum brilho, como se ela estivesse prestes a chorar, mas não via lágrimas em seu rosto.

Não era fácil adivinhas o que ela pensava, por fora parecia apenas uma simples garota, mas pelo menos por dentro parecia ter um detalhe a mais que não estava conseguindo decifrar... até que comecei a tentar associar todos os detalhes, falas.. qualquer coisa que me desse alguma pista. De alguma forma estava querendo descobrir o que se passava na mente dela, ela penetrava na minha de alguma forma. Mas não conseguia chegar a nenhum resultado. Nem mesmo sabia o que estava fazendo, por que me importar tanto com ela? Eu já não havia decidido parar de me importar...? Agora vejo que enquanto for um ser humano isso não será possível.

Mas por que acredito que ela necessita de ajuda? O corpo frágil e indefeso dela me parece pedir socorro.
- Não precisa se preocupar comigo, só agradeço por ser a única pessoa que me visita em meses... ou provavelmente anos, já perdi a noção de como o tempo passa lá fora. Mesmo se tivesse também teria perdido a conta... – Falou ela surpreendentemente, como se lesse a minha mente, ou talvez estivesse explicito em minha face as perguntas que a fazia.

Só sei que depois disto todas as pontas acabaram se encaixando por si só. Mais óbvio impossível, ela na verdade seria a garota da própria história. Isso explicava a sua emoção a contando, as falas estranhas... mas por que sinto como se ela me pedisse socorro? Por que eu...?

- Talvez por que você seja parecido com o único amigo tive, aquele que acabou me prometendo ver o mar junto comigo... Eu nem tenho certeza se ele ainda se lembrava de mim... Só sei que ele é uma pessoa muito preciosa para mim, e por você ser muito semelhante a ele, acabei lhe chamando  inconscientemente. Desculpe por isso. Pode ir embora se este for o seu desejo. – Me disse ela com um sorriso tristonho e de pena.

- Não vou embora... você continua na terra apenas por um motivo, ver as águas cristalinas no mar com um amigo. Então, vamos ser amigos? Vamos ir para o mar apenas nós dois? Sem isso... como poderá continuar a evoluir e a mudar, mesmo que em outro corpo, ou em algum lugar distante. Todos os fantasmas estão na terra por desejos não realizados, e não saíram da terra sem eles. – Eu disse lhe estendendo as mãos, ela as segurou com força. Olhando diretamente nos olhos dela, podia ver que estavam começando a surgir pequenas lágrimas. – Posso não ser esse seu precioso amigo... mas o meu desejo no momento é realizar o seu.

Após ouvir as palavras a menina desabou e começou a chorar  de alegria, o sorriso e as lágrimas juntos em seu rosto davam uma sensação serena como a de um arco-iris. O sol começava a nascer de longe de um jeito alegre e belo, que fazia anos que não tinha esta sensação o vendo. Segurando ainda uma de suas mãos comecei a correr em direção a porta, como estávamos em uma cidade a beira-mar conhecia uma praia ali perto. Porém na porta fui parado pelos meus dois vizinhos que me encaravam sorrindo.

- Acha mesmo que pode levá-la ao mar? Você é estúpido? Ela está ai há anos... Esperando, não é possível que alguém como você acabe com isso em um dia. Alias, não podemos deixar que a carregue daqui. Um cara nos pagou muito bem, para mantê-la presa sobre esta casa, e queríamos levá-lo aqui apenas como pretexto de “noite de halloween” para que ficasse com medo e nunca mais voltasse. Pelo visto falhamos. Temos que informá-la... mocinha, se é que devemos nos dirigir a alguém que morreu assim, que ficará presa aqui para sempre. Príncipes encantados não vêem para donzelas que já foram devoradas pelo dragão.
Ao ouvir isso a jovem parecia encontrar-se em estado de coque, e começou a chorar desesperadamente. Procurando uma salvação... qualquer coisa que pudesse a livrar desses sentimentos que o homem trouxera a tona. Vendo isso eu apenas me ajoelhei e fiquei ao lado dela, tentando ao máximo ignora-los. Era tanto egoísmo dela, apenas querer ver o mar e recomeçar? Era certo fazer isso com uma menina tão delicada que não sabia ao menos se defender dos ataques constantes? Sem pensar muito, me levantei e tentava afasta-los, soca-los... qualquer coisa desde que ficassem fora da vista dela. Porém eles desviavam com muita facilidade zombando da minha cara... fazendo o mesmo que aqueles que sofria tanto nas mãos.

- Acha mesmo que pode fazer alguma coisa? Você é apenas um fraco que para se defender fingia não ligar para nada. Pelo visto era apenas uma mascara, o que uma pessoa inferior como você pode fazer por ela? Por que não morre também aproveitando, seus pais te largaram sozinho naquela casa por vergonha de terem um filho tão asqueroso como você.

Agora era eu quem estava caído, como poderia me defender diante de tantas verdades? Como podia lutar contra alguém que sabia de todos meus pontos fracos? Como proteger aquela jovem... Se mal conseguia fazer isso a mim mesmo?

Vendo a minha cara para baixo olhando para o chão com uma vontade imensa de chorar, ela chocada disse para eles com um tom de voz forte que eu não sabia que ela conseguiria alcançar.

- E ISSO POR ACASO É UM MOTIVO PARA SER CHAMADO DE LIXO? ELE PELO MENOS NÃO DESISTIU, A COVARDE AQUI FUI EU QUE NÃO SEGUI EM FRENTE!! ELE CONTINUA ANDANDO.. PROGREDINDO.... NADA É ETERNO, O QUE ADIANTA PROTEGER ALGO QUE NUNCA LHE PERTENCEU?! FALE PARA O SEU CHEFE QUE EU SINTO MUITO, MAS PERTENÇO AO MAR!! – Dizendo isso ela pegou na minha mão com força e saiu correndo com os olhos meio perdidos procurando por aonde ia.

Eu ri percebendo que ela não fazia a menor idéia de onde se dirigia, corri um pouco mais rápido passando na sua frente, agora era ela quem me seguia. Dando meia volta ia me dirigindo a direção do mar, conseguia ouvir os soluços que ela dava enquanto corria comigo. Quando finalmente chegamos a praia ela que me guiava, com os olhos castanhos mais brilhantes que o próprio sol ela corria em direção as águas salgadas que tanto estimava.  

- VENHA PARA CÁ TAMBÉM! Eu queria vir aqui com meu amigo não era? – Disse ela sorrindo.
Eu mesmo que acabasse de tê-la conhecido, sentia um aperto no peito por ter que vê-la partir. Porém vendo aquele rosto tão satisfeito não poderia fazer nada a não ser aceitar. Quando pisei meus pés naquela água gelada e ia me aproximando dela, comecei a perceber... ela estava desaparecendo, aos poucos ia ficando mais e mais transparente. Meio constrangida, vendo que eu olhava para tudo que ia desaparecendo.. ela se aproximou de mim, me deu um abraço e disse baixinho.

- Nós temos que continuar evoluindo... né?

- Posso ao menos... saber o seu nome? – Perguntei tentando ao máximo sorrir.

- Hikari... luz... – E então ela riu – Mas você mesmo não disse que saber nomes era uma coisa inútil?

- Talvez, mas precisava saber um pouco mais sobre você – Respondi meio constrangido.

- Bom... – Hikari disse olhando para o céu – Agora é a hora de nos derpedirmos, mas tenho certeza que nos veremos de novo, afinal... você foi aquele que me fez evoluir.

“Há muito tempo, eu conheci uma menina... estava no hospital, como tinha nascido de um pai diferente do que minha mãe era casada, eles estavam fazendo testes de DNA para descobrir ao certo de quem era o infeliz que me deu a luz. Foi isso que me disseram. Lá encontrei uma menina pálida, mas com olhos castanhos muito bonitos e um sorriso maravilhoso que conversara comigo de igual para igual, não ligando das minhas origens que tentava esquecer, mas me lembravam a cada instante. Ela me disse que seu sonho era um dia ver o mar, mesmo que nossa cidade fosse banhada por ele, ela nunca teve este privilégio. Então eu prometi leva-la.... estou escrevendo este bilhete para lembrar meu ‘eu’ do futuro, para ajudar minha primeira e melhor amiga a realizar seu sonho”

- O que é isso querido?

- Nada... só estava guardando nesta caixa lembranças de uma amiga muito importante.

8 comentários:

  1. Ah TT^TT que lindo!!!
    *Chorando*
    A história é simplesmente perfeita!!!
    Eu li tudo, você escreve muito bem pla-chan. Esse foi o primeiro texto seu que li!!! Também costumo escrever, mas sempre sai uma história sombria ou dorgada!
    ~kissus~
    http://comecoka.blogspot.com.br/

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    1. OMG VC LEU MESMO TODA ESSA COISA GRANDE? *OOOOOO* -qq
      Hahaha X333' que bom que alguém leu até o fim ;v; ~le emocon~ -q
      haha' jura que ficou boa? *ooo* lol eu não consigo escrever fics doorgadas -qq sou uma problemática tentando a anos escrever uma comédia sem mts resultados u~ú' então meus parabens XD'' um dia eu ainda consigo u_u

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    2. Na verdade o dorgada não é porque é comédia. É por que as vezes vira uma coisa totalmente sem nexo, que de tão estranha me faz rir!!! ^^"

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    3. Ahh entendi XDD eu tenho umas histórias assim também.. na minha cabeça eram muito sérias maaas XDD não deu certo -qq
      Ahh eu acho que devem estar boas ò3ó tenha confiança no que escreve!

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  2. bem criativa tu juntou perfeitamente cada frase.
    fez um texto bem explicativo. porem deixou-me triste pq:
    a Hikari teve que parte para o outro mundo.
    fora isto ficou perfect...
    de escritora para escritora: continue assim e teras sucesso.
    visita meu blog flor: www.himeyoru.blogspot.com.br/

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    1. haha'' eu achei que ficou meio confuso XD' do nada ele ta nos lugares -qqq/parei
      Ahh mas meus textos sempre acabam sendo assim meio tristes hime-san.. ewe''' é muito angel beats XDD'/parei
      haai eu vou tentar melhorar >~<'' vou dar uma olhadinha sim *u*

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  3. que nada... geralmente eu ñ sou muito boa em escrever generos de estorias meio tristes.
    porem vc faz sucesso no mercado com esses tipos de fanfics.
    seu texto foi bem coerente.
    kissus

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    1. Hahaha XDD' então obrigada *-*''' -qq
      eu gostei dos seus tmb .3. li algumas fics do seu blog *u*
      eu acho que sempre apelei para os gêneros tristes XD preciso mudar um pouco >_>'' haha..

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