

Estão acompanhando os animes que estão lançando nessa temporada? Eu pelo menos estou vendo 4 :3
Hooi <3
Tudo bom pessoas? Não.. eu não voltei u-ú' eu só como tinha lição de casa pra fazer na aula de português usando o pc quis dar uma passadinha por aqui >~<' haha~
Bom, como minha mãe na verdade está viajando ainda não começou totalmente meu castigo ._. mas depois do feriado estou ferrada -q' Comecei a ver os animes que estão lançando! Tem uns muito legais *O* eu recomendo por enquanto:
Shin Sekai Yori - por enquanto com 2 episódios
Tonari no Kaibutsu-kun - por enquanto com 2 episódios também
Suki-tee Ii na yo - com um episódio por enquanto (o do gif acima)
Sword Art Online - já está com 14 ou 15 episódios.. não lembro.
Bom estou amando TODOS \O3O/ e planejo começar a ver ainda mais animes, como descobri que meu amigo acompanha TODOS ._.' ele está me dando umas dicas ;3 depois eu conto direitinho pra vcs!
Bom... vou começar o post, essa foi uma redação que eu fiz pra aula de português, com o tema conto de fadas, como ela pediu pra gente digitar e trazer impressa eu pensei "por que não por no blog também?" e aqui está ela! Espero que gostem >///<~~ ta meio grandin owõ' equivale a praticamente a minha fanfic inteira ~até agora~ o3o se vcs gostam de drama eu recomendo u-u'
A floresta do Inverno.
Há muito tempo, em uma pequena e
simples vila, viviam dois pobres irmãos, um menino e uma menina. A garota era a
mais nova, pequena, graciosa e com uma beleza que mau era mostrada graças às
humildes vestes que vestia, mas quando sorria com seu jeitinho caloroso poderia
mostrar seu lado belo a todos. Seu irmão ao contrário da sorridente menina, não
demonstrava uma emoção sequer. Lágrimas ou sorrisos já não eram mais expostos
pela criatura tão fria quanto o próprio inverno, que tomava conta das ruas.
Os dois, quando pequenos haviam sido
deixados à mercê do destino, por seu próprio pai. Como a mãe ficara
extremamente doente, o homem entrando em choque e desespero (por falta de
dinheiro para tratamentos), não viu escolha a não ser abandonar as pobres
crianças ainda tão pequenas. O mais velho após este trauma, começou a odiar
todas as pessoas, com a exceção de sua doce irmã.
Em um dia de neve, enquanto
caminhavam pelas ruas, os dois deixavam pegadas profundas na neve, quebrando o
padrão liso que antes se encontrava. Chegando perto de um amontoado de neve,
aonde aparentemente outras crianças despreocupadas outrora brincaram, a menina
parou e começou a moldar em suas mãos pequenas bolas de neve, que aos poucos
derretia diante do calor do corpo humano. Ainda entretida com essa inoscente
brincadeira a menina perguntou de forma despreocupada:
-- Irmão, há algum tempo carrego uma
dúvida comigo, talvez seja impertinente, então desculpo-me desde já. Mas como
você sabe, tinha apenas quatro anos, quando nossas vidas mudaram por completo.
Não tive a oportunidade de conhecer eles que me trouxeram ao mundo muito bem,
mas você sim... Irmão, você ama o papai e a mamãe?
-- Eu já lhe respondi minha irmã. A
única criatura a quem ainda carrego sentimentos afetivos são você. A única de
quem ainda gosto é você. Nossos pais não merecem o meu amor. -- Falou o garoto,
sempre olhando para o horizonte com seus olhos frios e negros, porém acima de
tudo brilhantes.
A jovem desistiu das bolas de neve
que não conseguiam o formato que ela desejara, largou-as deixando misturarem-se
com as outras formando um pequeno monte. Ela olhava então para o menino
sorrindo de forma tão calorosa que dava a impressão que a neve derretia aos
poucos.
-- Você não muda mesmo não é? Sabe...
eu adoro o papai e a mamãe, não consigo me lembrar de tanto quanto gostaria,
porém eu devo meus sorrisos as memórias que ainda me restam daqueles dias tão
felizes, aonde nossa família toda dava risadas, e nos divertíamos todos juntos.
Creio que eles tiveram grandes motivos para nos deixarem, tenho uma grande fé
nisso. – Depois dessa fala absurdamente otimista considerando a posição atual
dos dois. O menino a olhou de modo que dava para sentir uma certa pena, mas
também uma admiração, de forma contida que apenas a garota que o conhecia tão
bem poderia sentir. Ele sempre espantava-se como ela conseguia conter em seu
coração tantos sentimentos puros, mesmo depois de tudo aquilo. Diferentemente
dele, a pequenina se mantinha forte lembrando de coisas que o jovem lutara
tanto para esquecer.
Depois do pequeno diálogo, voltaram
para a casa sem dizer mais nada, cada um imerso em seus próprios pensamentos.
Quando chegaram a sua pequena
moradia. Uma simples cabana próxima a floresta, que fazia um silêncio que a
muitos poderia congelar a espinha. Porém aos dois já acostumados com aquele ar
belo e misterioso já não causava mais efeito algum.
O garoto estava ancioso para jantar,
tinham passado o dia todo fora trabalhando das várias maneiras imagináveis garantindo
comida na mesa, mesmo que fosse pouca. Porém ao contrário do irmão a jovem
apenas gostaria de deitar-se, e foi o que fez. Pulou na cama de maneira
estrondosa com uma felicidade extrema por voltar para casa, e dormiu em poucos
minutos graças ao desgaste que sentia. Naquela noite ela teve um sonho muito
diferente dos demais que tivera até agora, antes pareciam memórias sem sentido
que se misturavam mostrando os desejos da menina. Agora ela via um belo anjo
que sussurava com uma voz doce, que falava de forma pausada e direta.
- Tu tens apenas mais um dia de vida,
se fizeres tudo o que lhe mando neste espaço de tempo, o Senhor lhe permitirá
ficar junto a Ele, porém se desobedecer-me... arderás no fogo do inferno pela
eternidade sem perdão. --Após o sussuro terminar, o anjo apenas a olhou mais
uma vez. Sorriu de uma forma que não demonstrava emoção, e aos poços foi se
desfazendo em penas que voaram com o vento que soprava.
Depois da ultima pena não
encontrar-se mais no campo de visão de menina, ela acordou com lágrimas nos
olhos, que em poucos segundos acabaram virando um longo, silencioso e
inconsolável choro, e a menina entre soluços e lágrimas, apenas conseguia
exclamar o nome do irmão com todas as forças retirando o máximo de ar que
conseguia de seus pulmões. Porém, por sorte ou azar o garoto havia saído para
caçar a carne, que serviria como a fonte base de alimento dos próximos dias.
Sem conseguir mais esperar, ainda com
algumas lágrimas escorrendo pelo seu rosto. Ela pegou um chalé por conta do
frio, e saiu em busca do irmão. Queria encontrá-lo uma vez mais, para assim
conseguir se despedir-se, com um sorriso no rosto, agradecendo-o por fazê-la
uma pessoa tão feliz. Porém ele não parecia estar em lugar algum.
Ela só tinha um pensamento, o desejo
de encontrar seu irmão era tão forte que por algum tempo ela se esqueceu de
todo o resto. Chorando a menina corria
sem parar em direção a casa, aonde continha esperanças de encontra-lo. Enquanto
corria praticamente sem mais fôlego algum, ia se lembrando de tudo que já
haviam passado juntos. Os sorrisos que davam pelas brincadeiras do pai, o
quanto disputavam pelos últimos pedaços de pão, a tristeza de serem abandonados
por quem mais confiaram, a felicidade de conseguirem sempre se manter unidos, a
segurança da qual as grandes, firmes e quentes mãos do garoto que apertavam as
dela com uma força esmagadora e ao mesmo tempo tão confortante. Tudo isso
parecia tão distante e ao mesmo tempo tão perto. A longa corrida até a casa parecia não ter
fim, a trilha parecia crescer a cada passo que ela dava.
Porém ela conseguiu finalmente
atingir seu objetivo, chegou à cabana ofegante de tanto correr, mas com uma
frustração que empurrava o cansaço de lado reinando sobre aquele tão puro
coração. Ele não estava em casa. Porém sem se deixar abater, ocorreu a idéia de
escrever-lhe uma frase, não conseguiria mais que isso com uma mão tão tremula.
Após acabar de escrever dobrou o
papel e o deixou em cima da mesa de estar, e com um desejo de ver a neve por
uma ultima vez saiu em direção à floresta, porém tudo que conseguira ver foi
uma escuridão eterna, que era interrompida rapidamente por um brilho de duas
asas brancas como a neve que era tão estimada pela pequena, porém desta vez
elas não lhe transmitiam a tranqüilidade que sentira anteriormente. Elas batiam
de maneira furiosa demonstrando a raiva do ser celestial que as possuía, e que
agora gritava com a jovem:
-Tu quebraste a promessa! E agora
pagarás por teus pecados no inferno, engrata que desafiarás a Deus!
Surpresa com a acusação, a jovem
retrucou afirmando não ter feito nada que merecesse tamanha fúria, porém a voz
que já havia sido um doce sussuro gritava enfurecida:
-Não devias escrever aquele bilhete,
o Senhor não permite que demonstre que vais morrer em breve a outro mortal!
Desesperada, a garota começou a
aclamar por piedade, até que ouviu uma voz. Que lhe soava tão familiar como sua
própria. Era o irmão que de algum modo, conseguiu achar em volta de tantas
trevas a direção da voz da menina.
-Como me achou? –Perguntou ao irmão a
jovem enquanto chorava de alegria.
O menino apenas lançou um olhar de um modo distinto dos demais
que lançara até então. Mesmo sem sorrir, dava para sentir de algum modo o calor
que se escondia dentro da expressão aparentemente tão fria.
-Não conseguia ficar quieto, ouvia
sua voz me chamando... pedindo ajuda...e quando dei por mim seguia o chamado. –
Disse ele sem mudar a expressão.
Ela riu, mesmo estando tão perto de
um futuro cruel, que lhe faria sofrer durante toda a eternidade por motivos
injustos, mesmo levando em conta que era uma hora extremamente inadequada ela
estava extremamente feliz, os risos que se misturavam com lágrimas pareciam
ecoar infinitamente pela escuridão, porém ainda conseguia-se ver o anjo batendo
as asas de forma ainda mais brusca para demonstrar sua raiva que agora não
parecia mais ter fim.
O garoto virou-se para a criatura
celestial furioso e gritou:
-O que minha irmã lhe fez? Por que
não a deixa em paz?!
-Está criança quebrou as regras
impostas para ela. Agora sofrerá pela eternidade no inferno! – Retrucou o anjo
sem querer dar-se por vencido.
O menino, sem saber direito com o que
estava lidando, fitou a irmã de um jeito espantado, porém ela apenas sorriu
como resposta.
-Não é justo... apenas por uma única
regra... quem se importa com isso? Essa menina mesmo depois de abandonada pelos
próprios pais continuou sorrindo... ela sempre esteve ao me lado... seu sorriso
sempre foi a única razão para eu seguir adiante... e por uma simples regra
planejam fazê-la sofrer tanto?! Eu posso afirmar com certeza! Minha irmã é
melhor do que qualquer anjo! – Exclamou o menino para o servo de Deus, pela
primeira vez em muito tempo demonstrando claramente uma emoção.
Ao ouvir isso, o anjo começou a
desaparecer lentamente, transformando-se em penas assim como no sonho da
menina. Que eram levadas pelo vento em direção a uma luz. Sem ter outra opção
os dois irmãos viram-se obrigados a seguir o mesmo percurso que o vento. A luz
quanto mais se aproximavam mais forte ficava. Chegando ao outro lado se
depararam com a floresta, aonde caia a neve que graças ao sol que não desistia
de mostrar seus raios brilhavam como estrelas, deixando um ambiente calmo, e
por alguma razão, cavando aos poucos um enorme buraco no peito do garoto.
A irmã ao contrário deixava seu rosto
apontado para o céu com um sorriso discreto e com os olhos fechados dando uma
sensação de tranqüilidade, que a poucos minutos atrás parecia que ela nunca
mais viria a sentir. Quando finalmente abriu os olhos para encarar as nuvens
que jorravam aquele material tão frio, macio e branco disse de forma que não
abalasse o coração frágil que o irmão manteve consigo com tanto cuidado, e que
as vezes parecia tão prestes a desabar se ela não fizesse algo.
- O Senhor está falando comigo... diz
que se desculpa pelo seu anjo, e vendo seu belo discurso mudou de idéia quanto
a mim... está me dizendo para juntar-me a ele.
Porém os esforços da irmã foram em
vão, naquele momento o rapaz tinha a impressão que o seu coração havia se
partido completamente. Todas as muralhas que haviam levado anos para serem construídas,
apenas deixando o sentimento de amar uma única pessoa passar, tentando ao máximo
evitar emoções... Tudo foi desfeito com tão poucas palavras, e o garoto desabou
a chorar. E em meio ao desespero abraçou a irmã com toda a força que ele podia
esperando que assim esta não fosse mais ser tirada dele. Mesmo que no fundo ele
soubesse que tudo isto era em vão. “Ah... – pensou a irmã com alguma tristeza,
mas também um alivio no fundo do coração- a quanto tempo ele não chorava...”.
Com um suspiro a garota se soltou dos braços do irmão que pareciam querer esmagá-la,
e deu dois passos para traz e falou:
- Vamos nos despedir sorrindo?
O irmão balançou a cabeça substituindo
palavras que agora lhe faltavam. Enxugou as lágrimas em um gesto meio desajeitado
e sorriu.
-Você carrega consigo um belo
sorriso, não o esconda dos outros. Gostaria que alegrasse a todos com ele! –
Naquele momento ela sentiu que seria sua vez de desmoronar, e partir novamente
aos braços do irmão implorando pela vida, mas saberia que não seria possível.
Ela nunca pensou que teria de fazer tanto esforço para se manter de pé como
teve de fazer naquele momento. Sentia lágrimas tentando sair, deixando seus
olhos úmidos e brilhantes. Vendo que não adiantaria sentir-se tão triste
mostrou a ele seu maior sorriso.
O garoto mesmo que contra vontade,
assentiu com gesto tão determinado tentando disfarçar a dor que a menina riu,
enquanto se aproximava dele. Quando suas faces praticamente se encostavam ela
disse baixinho no ouvido dele “obrigada.”. E assim desapareceu sem deixar o
menor rastro.
Depois de muito chorar, o menino
voltou para seu lar carregando consigo uma inconsolável tristeza. Quando chegou
em casa, enxergou o bilhete, que ainda se encontrava em cima da mesa. Ele
abriu, e mesmo que só estivesse visto cinco palavras escritas de modo que dava
para perceber que ela estava tremendo, acabaram mudando a vida do rapaz.
“Não desista! Sorria por mim.”
Chorando ainda mais, ele guardou o
papel em um local longe da vista das pessoas, e depois de alguns meses, o jovem
tomou um rumo diferente em sua vida. Já não odiava mais as pessoas, e voltara a
sorrir. E depois de muito tempo, se apaixonou por uma bela moça da vila, que
mais tarde se casaram e tiveram uma bela filha. A qual decidiram dar o nome da
falecida irmã.
Mas mesmo assim, depois de tanto
chorar, depois da tristeza acabar se transformando em ótimas memórias guardadas
em um coração que aprendeu a amar, mesmo depois de seu buraco no peito ser
finalmente preenchido. Todos os anos ele visitava aquela floresta, que sempre
aos olhos do homem parecia intacta, como se o tempo houvesse parado naquele
dia, e desde então o local é conhecido como “a floresta do inverno”.
É isso~ ~ ARIGATOU GOZAIMASSU POR LER ATÉ O FIM SER Ç-Ç EU TE AMO VIU? -q (e desculpem por encher vcs tão tarde' fiquei acordada até tarde por que esqueci de fazer ela durante o dia Ç-Ç')
Bye ~/o/
Se me assustou eu pensando :"HEEEE! PLA-CHAN VOLTOU,NÃO CREIO-"ai,eu li que oce não voltou...e fiquei com okay face ..-q
ResponderExcluirHehehe..você é má,como conseguiu dar só uma passadinha por aqui? o3o'.deixaram? owo'.
LOL..como é esses animes? eu ainda não tive tempo pa ver .-.
Tenho,que por em pé meus animes que estava a ver,..eu estou vendo Tsuritama \(OuO)/..LOL..
(~º^º)~..VIRE ESCRITORA AGORA \O/
/Okay face quando pensei *A PLA'CHAN VOLTOU, COMEMORA UNICORNIOS*. E vi que não voltou çwç
ResponderExcluirASOTJNGSBO *OOOOO*
Santo Cristo, Plafrese'Sama, você merece meu respeito 8D -q'
Você escreve bem á pacas vei, vire escritora e conquiste o mundo. Serei sua fã eterna -q (falo sério u-u).