09 outubro 2012

One Shot - A Floresta de Inverno

 
 
Estão acompanhando os animes que estão lançando nessa temporada? Eu pelo menos estou vendo 4 :3
Hooi <3
Tudo bom pessoas? Não.. eu não voltei u-ú' eu só como tinha lição de casa pra fazer na aula de português usando o pc quis dar uma passadinha por aqui >~<' haha~
Bom, como minha mãe na verdade está viajando ainda não começou totalmente meu castigo ._. mas depois do feriado estou ferrada -q' Comecei a ver os animes que estão lançando! Tem uns muito legais *O* eu recomendo por enquanto:
Shin Sekai Yori - por enquanto com 2 episódios
Tonari no Kaibutsu-kun - por enquanto com 2 episódios também
Suki-tee Ii na yo  - com um episódio por enquanto (o do gif acima)
Sword Art Online - já está com 14 ou 15 episódios.. não lembro.

Bom estou amando TODOS \O3O/ e planejo começar a ver ainda mais animes, como descobri que meu amigo acompanha TODOS ._.' ele está me dando umas dicas ;3 depois eu conto direitinho pra vcs!
Bom... vou começar o post, essa foi uma redação que eu fiz pra aula de português, com o tema conto de fadas, como ela pediu pra gente digitar e trazer impressa eu pensei "por que não por no blog também?" e aqui está ela! Espero que gostem >///<~~ ta meio grandin owõ' equivale a praticamente a minha fanfic inteira ~até agora~ o3o se vcs gostam de drama eu recomendo u-u'
 A floresta do Inverno.
Há muito tempo, em uma pequena e simples vila, viviam dois pobres irmãos, um menino e uma menina. A garota era a mais nova, pequena, graciosa e com uma beleza que mau era mostrada graças às humildes vestes que vestia, mas quando sorria com seu jeitinho caloroso poderia mostrar seu lado belo a todos. Seu irmão ao contrário da sorridente menina, não demonstrava uma emoção sequer. Lágrimas ou sorrisos já não eram mais expostos pela criatura tão fria quanto o próprio inverno, que tomava conta das ruas.
Os dois, quando pequenos haviam sido deixados à mercê do destino, por seu próprio pai. Como a mãe ficara extremamente doente, o homem entrando em choque e desespero (por falta de dinheiro para tratamentos), não viu escolha a não ser abandonar as pobres crianças ainda tão pequenas. O mais velho após este trauma, começou a odiar todas as pessoas, com a exceção de sua doce irmã.
Em um dia de neve, enquanto caminhavam pelas ruas, os dois deixavam pegadas profundas na neve, quebrando o padrão liso que antes se encontrava. Chegando perto de um amontoado de neve, aonde aparentemente outras crianças despreocupadas outrora brincaram, a menina parou e começou a moldar em suas mãos pequenas bolas de neve, que aos poucos derretia diante do calor do corpo humano. Ainda entretida com essa inoscente brincadeira a menina perguntou de forma despreocupada:
-- Irmão, há algum tempo carrego uma dúvida comigo, talvez seja impertinente, então desculpo-me desde já. Mas como você sabe, tinha apenas quatro anos, quando nossas vidas mudaram por completo. Não tive a oportunidade de conhecer eles que me trouxeram ao mundo muito bem, mas você sim... Irmão, você ama o papai e a mamãe?
-- Eu já lhe respondi minha irmã. A única criatura a quem ainda carrego sentimentos afetivos são você. A única de quem ainda gosto é você. Nossos pais não merecem o meu amor. -- Falou o garoto, sempre olhando para o horizonte com seus olhos frios e negros, porém acima de tudo brilhantes.
A jovem desistiu das bolas de neve que não conseguiam o formato que ela desejara, largou-as deixando misturarem-se com as outras formando um pequeno monte. Ela olhava então para o menino sorrindo de forma tão calorosa que dava a impressão que a neve derretia aos poucos.
-- Você não muda mesmo não é? Sabe... eu adoro o papai e a mamãe, não consigo me lembrar de tanto quanto gostaria, porém eu devo meus sorrisos as memórias que ainda me restam daqueles dias tão felizes, aonde nossa família toda dava risadas, e nos divertíamos todos juntos. Creio que eles tiveram grandes motivos para nos deixarem, tenho uma grande fé nisso. – Depois dessa fala absurdamente otimista considerando a posição atual dos dois. O menino a olhou de modo que dava para sentir uma certa pena, mas também uma admiração, de forma contida que apenas a garota que o conhecia tão bem poderia sentir. Ele sempre espantava-se como ela conseguia conter em seu coração tantos sentimentos puros, mesmo depois de tudo aquilo. Diferentemente dele, a pequenina se mantinha forte lembrando de coisas que o jovem lutara tanto para esquecer.
Depois do pequeno diálogo, voltaram para a casa sem dizer mais nada, cada um imerso em seus próprios pensamentos.
Quando chegaram a sua pequena moradia. Uma simples cabana próxima a floresta, que fazia um silêncio que a muitos poderia congelar a espinha. Porém aos dois já acostumados com aquele ar belo e misterioso já não causava mais efeito algum.
O garoto estava ancioso para jantar, tinham passado o dia todo fora trabalhando das várias maneiras imagináveis garantindo comida na mesa, mesmo que fosse pouca. Porém ao contrário do irmão a jovem apenas gostaria de deitar-se, e foi o que fez. Pulou na cama de maneira estrondosa com uma felicidade extrema por voltar para casa, e dormiu em poucos minutos graças ao desgaste que sentia. Naquela noite ela teve um sonho muito diferente dos demais que tivera até agora, antes pareciam memórias sem sentido que se misturavam mostrando os desejos da menina. Agora ela via um belo anjo que sussurava com uma voz doce, que falava de forma pausada e direta.
- Tu tens apenas mais um dia de vida, se fizeres tudo o que lhe mando neste espaço de tempo, o Senhor lhe permitirá ficar junto a Ele, porém se desobedecer-me... arderás no fogo do inferno pela eternidade sem perdão. --Após o sussuro terminar, o anjo apenas a olhou mais uma vez. Sorriu de uma forma que não demonstrava emoção, e aos poços foi se desfazendo em penas que voaram com o vento que soprava.
Depois da ultima pena não encontrar-se mais no campo de visão de menina, ela acordou com lágrimas nos olhos, que em poucos segundos acabaram virando um longo, silencioso e inconsolável choro, e a menina entre soluços e lágrimas, apenas conseguia exclamar o nome do irmão com todas as forças retirando o máximo de ar que conseguia de seus pulmões. Porém, por sorte ou azar o garoto havia saído para caçar a carne, que serviria como a fonte base de alimento dos próximos dias.
Sem conseguir mais esperar, ainda com algumas lágrimas escorrendo pelo seu rosto. Ela pegou um chalé por conta do frio, e saiu em busca do irmão. Queria encontrá-lo uma vez mais, para assim conseguir se despedir-se, com um sorriso no rosto, agradecendo-o por fazê-la uma pessoa tão feliz. Porém ele não parecia estar em lugar algum.
Ela só tinha um pensamento, o desejo de encontrar seu irmão era tão forte que por algum tempo ela se esqueceu de todo o resto.  Chorando a menina corria sem parar em direção a casa, aonde continha esperanças de encontra-lo. Enquanto corria praticamente sem mais fôlego algum, ia se lembrando de tudo que já haviam passado juntos. Os sorrisos que davam pelas brincadeiras do pai, o quanto disputavam pelos últimos pedaços de pão, a tristeza de serem abandonados por quem mais confiaram, a felicidade de conseguirem sempre se manter unidos, a segurança da qual as grandes, firmes e quentes mãos do garoto que apertavam as dela com uma força esmagadora e ao mesmo tempo tão confortante. Tudo isso parecia tão distante e ao mesmo tempo tão perto.  A longa corrida até a casa parecia não ter fim, a trilha parecia crescer a cada passo que ela dava.
Porém ela conseguiu finalmente atingir seu objetivo, chegou à cabana ofegante de tanto correr, mas com uma frustração que empurrava o cansaço de lado reinando sobre aquele tão puro coração. Ele não estava em casa. Porém sem se deixar abater, ocorreu a idéia de escrever-lhe uma frase, não conseguiria mais que isso com uma mão tão tremula.
Após acabar de escrever dobrou o papel e o deixou em cima da mesa de estar, e com um desejo de ver a neve por uma ultima vez saiu em direção à floresta, porém tudo que conseguira ver foi uma escuridão eterna, que era interrompida rapidamente por um brilho de duas asas brancas como a neve que era tão estimada pela pequena, porém desta vez elas não lhe transmitiam a tranqüilidade que sentira anteriormente. Elas batiam de maneira furiosa demonstrando a raiva do ser celestial que as possuía, e que agora gritava com a jovem:
-Tu quebraste a promessa! E agora pagarás por teus pecados no inferno, engrata que desafiarás a Deus!
Surpresa com a acusação, a jovem retrucou afirmando não ter feito nada que merecesse tamanha fúria, porém a voz que já havia sido um doce sussuro gritava enfurecida:
-Não devias escrever aquele bilhete, o Senhor não permite que demonstre que vais morrer em breve a outro mortal!
Desesperada, a garota começou a aclamar por piedade, até que ouviu uma voz. Que lhe soava tão familiar como sua própria. Era o irmão que de algum modo, conseguiu achar em volta de tantas trevas a direção da voz da menina.
-Como me achou? –Perguntou ao irmão a jovem enquanto chorava de alegria.
O menino apenas  lançou um olhar de um modo distinto dos demais que lançara até então. Mesmo sem sorrir, dava para sentir de algum modo o calor que se escondia dentro da expressão aparentemente tão fria.
-Não conseguia ficar quieto, ouvia sua voz me chamando... pedindo ajuda...e quando dei por mim seguia o chamado. – Disse ele sem mudar a expressão.
Ela riu, mesmo estando tão perto de um futuro cruel, que lhe faria sofrer durante toda a eternidade por motivos injustos, mesmo levando em conta que era uma hora extremamente inadequada ela estava extremamente feliz, os risos que se misturavam com lágrimas pareciam ecoar infinitamente pela escuridão, porém ainda conseguia-se ver o anjo batendo as asas de forma ainda mais brusca para demonstrar sua raiva que agora não parecia mais ter fim.
O garoto virou-se para a criatura celestial furioso e gritou:
-O que minha irmã lhe fez? Por que não a deixa em paz?!
-Está criança quebrou as regras impostas para ela. Agora sofrerá pela eternidade no inferno! – Retrucou o anjo sem querer dar-se por vencido.
O menino, sem saber direito com o que estava lidando, fitou a irmã de um jeito espantado, porém ela apenas sorriu como resposta.
-Não é justo... apenas por uma única regra... quem se importa com isso? Essa menina mesmo depois de abandonada pelos próprios pais continuou sorrindo... ela sempre esteve ao me lado... seu sorriso sempre foi a única razão para eu seguir adiante... e por uma simples regra planejam fazê-la sofrer tanto?! Eu posso afirmar com certeza! Minha irmã é melhor do que qualquer anjo! – Exclamou o menino para o servo de Deus, pela primeira vez em muito tempo demonstrando claramente uma emoção.
Ao ouvir isso, o anjo começou a desaparecer lentamente, transformando-se em penas assim como no sonho da menina. Que eram levadas pelo vento em direção a uma luz. Sem ter outra opção os dois irmãos viram-se obrigados a seguir o mesmo percurso que o vento. A luz quanto mais se aproximavam mais forte ficava. Chegando ao outro lado se depararam com a floresta, aonde caia a neve que graças ao sol que não desistia de mostrar seus raios brilhavam como estrelas, deixando um ambiente calmo, e por alguma razão, cavando aos poucos um enorme buraco no peito do garoto.
A irmã ao contrário deixava seu rosto apontado para o céu com um sorriso discreto e com os olhos fechados dando uma sensação de tranqüilidade, que a poucos minutos atrás parecia que ela nunca mais viria a sentir. Quando finalmente abriu os olhos para encarar as nuvens que jorravam aquele material tão frio, macio e branco disse de forma que não abalasse o coração frágil que o irmão manteve consigo com tanto cuidado, e que as vezes parecia tão prestes a desabar se ela não fizesse algo.
- O Senhor está falando comigo... diz que se desculpa pelo seu anjo, e vendo seu belo discurso mudou de idéia quanto a mim... está me dizendo para juntar-me a ele.
Porém os esforços da irmã foram em vão, naquele momento o rapaz tinha a impressão que o seu coração havia se partido completamente. Todas as muralhas que haviam levado anos para serem construídas, apenas deixando o sentimento de amar uma única pessoa passar, tentando ao máximo evitar emoções... Tudo foi desfeito com tão poucas palavras, e o garoto desabou a chorar. E em meio ao desespero abraçou a irmã com toda a força que ele podia esperando que assim esta não fosse mais ser tirada dele. Mesmo que no fundo ele soubesse que tudo isto era em vão. “Ah... – pensou a irmã com alguma tristeza, mas também um alivio no fundo do coração- a quanto tempo ele não chorava...”. Com um suspiro a garota se soltou dos braços do irmão que pareciam querer esmagá-la, e deu dois passos para traz e falou:
- Vamos nos despedir sorrindo?
O irmão balançou a cabeça substituindo palavras que agora lhe faltavam. Enxugou as lágrimas em um gesto meio desajeitado e sorriu.
-Você carrega consigo um belo sorriso, não o esconda dos outros. Gostaria que alegrasse a todos com ele! – Naquele momento ela sentiu que seria sua vez de desmoronar, e partir novamente aos braços do irmão implorando pela vida, mas saberia que não seria possível. Ela nunca pensou que teria de fazer tanto esforço para se manter de pé como teve de fazer naquele momento. Sentia lágrimas tentando sair, deixando seus olhos úmidos e brilhantes. Vendo que não adiantaria sentir-se tão triste mostrou a ele seu maior sorriso.
O garoto mesmo que contra vontade, assentiu com gesto tão determinado tentando disfarçar a dor que a menina riu, enquanto se aproximava dele. Quando suas faces praticamente se encostavam ela disse baixinho no ouvido dele “obrigada.”. E assim desapareceu sem deixar o menor rastro.
Depois de muito chorar, o menino voltou para seu lar carregando consigo uma inconsolável tristeza. Quando chegou em casa, enxergou o bilhete, que ainda se encontrava em cima da mesa. Ele abriu, e mesmo que só estivesse visto cinco palavras escritas de modo que dava para perceber que ela estava tremendo, acabaram mudando a vida do rapaz.
“Não desista! Sorria por mim.”
Chorando ainda mais, ele guardou o papel em um local longe da vista das pessoas, e depois de alguns meses, o jovem tomou um rumo diferente em sua vida. Já não odiava mais as pessoas, e voltara a sorrir. E depois de muito tempo, se apaixonou por uma bela moça da vila, que mais tarde se casaram e tiveram uma bela filha. A qual decidiram dar o nome da falecida irmã.
Mas mesmo assim, depois de tanto chorar, depois da tristeza acabar se transformando em ótimas memórias guardadas em um coração que aprendeu a amar, mesmo depois de seu buraco no peito ser finalmente preenchido. Todos os anos ele visitava aquela floresta, que sempre aos olhos do homem parecia intacta, como se o tempo houvesse parado naquele dia, e desde então o local é conhecido como “a floresta do inverno”.

É isso~ ~ ARIGATOU GOZAIMASSU POR LER ATÉ O FIM SER Ç-Ç EU TE AMO VIU? -q (e desculpem por encher vcs tão tarde' fiquei acordada até tarde por que esqueci de fazer ela durante o dia Ç-Ç')

Bye ~/o/

2 comentários:

  1. Se me assustou eu pensando :"HEEEE! PLA-CHAN VOLTOU,NÃO CREIO-"ai,eu li que oce não voltou...e fiquei com okay face ..-q
    Hehehe..você é má,como conseguiu dar só uma passadinha por aqui? o3o'.deixaram? owo'.
    LOL..como é esses animes? eu ainda não tive tempo pa ver .-.
    Tenho,que por em pé meus animes que estava a ver,..eu estou vendo Tsuritama \(OuO)/..LOL..
    (~º^º)~..VIRE ESCRITORA AGORA \O/

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  2. /Okay face quando pensei *A PLA'CHAN VOLTOU, COMEMORA UNICORNIOS*. E vi que não voltou çwç

    ASOTJNGSBO *OOOOO*
    Santo Cristo, Plafrese'Sama, você merece meu respeito 8D -q'
    Você escreve bem á pacas vei, vire escritora e conquiste o mundo. Serei sua fã eterna -q (falo sério u-u).

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