28 outubro 2012

Fanfic Capitulo 6 - A carta para o vento.


Yoo
Minna~ capitulo da fic >w< não vou explicar muito por que perde a graça >: nee nee~ espero que gostem >~<' onegai leiam, a fic já esta no cap 6, mas não é mt grande TTwwTT


“Nunca me senti em casa, não tenho lembranças desde meus oito anos e desde então meu pai ensinou-me tudo o que sabe em casa, vivo aqui ao lado dele sempre a sorrir procurando ser a filha que ele deseja, mas não sei se eu consigo tal coisa. Ele é a única pessoa da qual já me aproximei, mas através de livros conheço muitas outras. Mesmo que elas não me conheçam. Mas mesmo assim nunca tive vontade de sair, sinto como se alguma coisa faltasse, sinto um buraco no meu peito que só vai afundando mais e mais. Mesmo que com essa felicidade que me mostram durando tando, sou feliz sei disso. Já vi muitos outros sofrerem mais que eu, porém do mesmo jeito nunca me senti assim. Não posso contar isto para ninguém, já que não tenho para quem contar, apenas Shyo.... porém não quero que ele me ouça.
Choro todas as noites me sentindo uma inútil... que não sabe amar aqueles que me deram tudo. Cada dia  aprendo mais e mais o que de certa forma acaba me deixando confortável.  Sinto como se todos soubessem de mim, mas eu não soubesse nada sobre eles, por isso desejo aprender... Aprender para ficar ao mesmo nível daqueles que agora me são tão longínquos. Mas nunca chegou a ser meu sonho, me pergunto... Eu realmente tenho sonhos? Não imagino um futuro, não sei meu passado e não tento mudar meu presente. Sinto como se minha presença neste mundo tão distante não passasse de algo inconveniente.
Há uma voz que sussurra com sua voz confiante em meus ouvidos já tão cansados em escutar que não pertenço a esse lugar, assustada tudo que consigo fazer é esperar que o vento soprando de minha janela leve minhas suplicas para alguém que as escute, enquanto olho os belos girassóis florescerem com uma alegria não me lembro de carregar com tanto fervor. Mas continuo a sorrir falsos ou não são a única coisa que me salva.  Tenho noção do quanto consigo deixar alguns comovidos, e é o que desejo. Quanto mais sorrir mais se afastaram.  Tenho duvidas, não sei o que sinto... Não sei o que sentir, minha cabeça é confusa... Quero que isso acabe muitos alegariam que seria apenas uma fase, mesmo se for... Acham normal alguém sofrer tanto quanto eu? Mesmo se for... Não seria melhor tentarem me ajudar a resolver isso? Mas... Quem me ajudaria? Só tenho meu pai ao lado, porém temos pensamentos tão diferentes, enxergamos tudo de modo distinto.
Eu desejo algo? Eu quero algo?
Acho que não sou mais capaz de fingir um sorriso, o que descem de meu rosto são lagrimas que escorrem sem cessar deixando tudo embaçado e confuso. “
- Minha senhora, porque carrega consigo essa carta? – Perguntou um homem mascarado de cabeça baixa tentando não manter um contato visual.
A mulher a frente dele apenas riu, porém este era escondido através de um leque. Olhando para o lado com os olhos negros que refletiam a luz deixando passar uma impressão que eram dourados.
- Estou lendo uma carta deixada para a deusa do vento, parece que encontramos a menina qual procurávamos.
- Está falando, da que recussitou?
- Sim, mas parece que nosso irmão está já tentando mostra-la aonde é seu devido lugar, ele é um tolo. Devia aprender antes de tudo a deixar as coisas mais divertidas, temos tantos servos que ajudariam nessa tarefa, em vez de faze-la suicidar-se... acho melhor não desperdiçarmos uma alma tão pura quanto a dela. Devemos mandar um anjo para fazer o serviço, um que mesmo conhecendo a dor não seja corrompido.
- Sim, suas idéias são fantásticas minha senhora, e acho que sei exatamente quem deveríamos chamar para cumprir esta missão...
- Está falando de Mina? Sim acho uma decisão muito sábia da sua parte meu caro, e acho que devemos ser breves antes que meu irmão ganhe essa aposta. Mostraremos a ele o quão forte eu, a Deusa do destino consigo ser- Seus jogos sempre me deixam intrigado minha mestra.
Então a misteriosa mulher apenas sorriu, dispensou o criado e dirigiu-se em direção de um enorme espelho. Nele aparecia uma imagem de uma pequenina menina loira que aparentava ter uns 13 anos de idade, olhando para a janela, vendo um mundo livre e belo presa em uma cabana.
Olhando isto pensou "agora que começamos o jogo Hikari, vou mudar a sua 'vida' mais do que você espera... vamos ver quem no final ganhará este jogo disputando o seu frágio fragmento de vida que provavelmente não durará muito..."

Um comentário:

  1. Meu Deus, o que será da pobre garotinha agora? çwç
    Pla-chan, como você é má, não me deixe esperar tanto assim, vou ter um ataque de curiosidade ò.ó

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