
OOOi <3
Minaa~ eu não to mais tite ^w^ -qqq na verdade aquilo ainda está preso em mim.. mas va lá.. -q gostei MUITO de vocês me apoiarem deste jeito >< MUITO MUITO MUITO OBRIGADA!
Vim com o capitulo cinco da fanfic c: avisando que esse é o maior O3O tipo.. gigante \o3o/ leiam onegai ><
Capitulo 5 – Os
campos Floridos.
- Daia! – Falou uma
voz familiar e querida vindo um pouco de longe. Daia tinha uma boa idéia de
quem seria, mas não se deu o trabalho de olhar e conferir. Estava entretida
vendo insetos coloridos que provavelmente se ela se aproximasse um pouquinho
mais tentariam a picar com enormes ferrões listrados e assustadores. - Poderia
colher as ervas medicinais que o doutor pediu na semana passada por mim? – Pediu finalmente
se aproximando o bastante para a garota sentir o calor humano que se juntava ao
dela deixando o ambiente mais quente, também já dava para ouvir a respiração
ofegante, como se ela tivesse corrido rapidamente para encontrá-la, porém Daia não
tinha ouvido passos apressados vindo a seu encontro, porém também não tinha
ouvido passos muitos lentos. Simplesmente concentrada como estava não ouvira absolutamente
nada que não lhe interessasse.
Com um tom de tédio a
garota se virou com olhos frios e calculistas que tinha. Não estava como muita
vontade de deixar os insetos de lado, diferente da maioria das garotas, ela se
interessava bastante por eles. A menina que havia pedido o favor a pouco olhava
para Daia com olhos pidões implorando firmemente, com uma cabeça um pouco baixa
e mãos grudadas na altura dos ombros. Enrolando os cabelos cacheados e marrons
entre os dedos e com um suspiro Daia viu que não tinha alternativa a não ser
atender o desejo que lhe imploravam tão convictamente.
- Está bem... Mas já
não deveria ter-lo feito há muito tempo não concorda Mina? Você está sempre
atrasando os prazos.. é por isso que a reputação da loja vai de mal a pior, não
entendo como uma pessoa só consegue carregar consigo tamanha
irresponsabilidade. – Disse em um tom claramente decepcionado Daia, com os
cabelos prateados invadindo o rosto por causa do vento, e impedindo qualquer um
independentemente do ponto de vista a expressão claramente decepcionada com
Mina. Seus olhos dourados porém ainda visíveis estavam suficientemente
expressivos a ponto de não precisarmos ver o rosto todo.
Como se fosse uma
aprendiz que estivesse de fazer algo muito errado no meio dos ensinamentos,
Mina expressou em sua face o clássico pedido de desculpas de sempre. E sem
coragem de revidar aqueles olhos castanhos tão tristonhos e brilhantes
carregando um eterno sentimento de culpa, Daia apenas concordou que faria mais
uma vez um favor a menina. Nada diferente de seu cotidiano, antes de se
levantar olhou mais uma vez ao local embaixo daquela grande arvore para ver se
ainda achava as pequenas criaturinhas coloridas, mas estas já aviam escapado.
Lamentando um pouco, e com um tédio sem fim Daia saiu para recolher as ervas
pedidas a tempos pelo médico. Por muitos da vila, a garota era considerada
fria, feia e simplesmente sem qualidades visíveis. Desde pequena seu cabelo
fora meio prateado, o que fez olhares de desdém sempre serem lançados desde que
ela se conhecia por gente. Sua única amiga era a doce Mina. A descuidada e
alegre menina ao contrário de Daia, sempre fora o centro das atenções. Olhos
brilhantes como estrelas, cabelos negros como a noite, uma pele branca e
radiante como a lua. Tudo nela era encantador. Mina para a amiga, sempre seria
considerada uma dama da noite. Mesmo não se comportando como uma, e pela idade
meio baixa para tal título.
Enquanto caminhava na
floresta admirando a natureza, que de alguma forma naquele dia parecia mais
cintilante que os dias demais, Daia sentia o vento e se esqueceu um pouco das
ervas e até o local aonde deveria as pegar. Ela amava a natureza tanto como
amava aos pais, ela era tão querida quanto a preciosa e bela amiga. Tudo
naquele local a deixava extremamente confortável. O clima estava perfeito,
mesmo estando quente a infinita quantidade de arvores fazia uma sombra e
permitindo apenas uma pouca quantidade de sol passar. Isso amenizava o efeito
caloroso que o sol continha por locais urbanos.
Tudo estava quieto,
diferentemente de outros dias naquele imenso e expeço local, não havia um pássaro
cantar ao longe. Até que começou a ouviu passos se aproximando. Era Mina que
pegara uma sexta extra e estava disposta a ajudar a amiga com as ervas. De um
instante para outro voltando para a realidade, Daia agradeceu a gentileza,
pegou a sexta e começou a procurar as ervas pedidas para serem coletadas.
- Bom, não sei se
ajudaria muito. Mas sugiro que nós nos separemos aqui. Para procurar por
direções diferentes. – Sugeriu Mina sem conseguir deixar a amiga na mão. Ela
estava um pouco ofegante, “provavelmente correu desde a vila até aqui”.
Concluiu a outra garota.
A idéia não parecia
muito boa aos ouvidos de Daia, Mina não vinha com freqüência a floresta e
provavelmente não saberia até onde poderia ir... não saberia dos perigos que
enfrentaria se fosse a região proibida. O olhar preocupado da jovem era perceptível
aos olhos de Mina. Que com um sorriso capaz de motivar qualquer coração ferido
disse que daria conta, e que não seria preciso se preocupar com isso. Com
receio gigantesco Daia disse que sim, pensando se iria arrepender-se por topar
com esta idéia absurda.
Pulando de alegria,
Mina pegou a sexta e saiu correndo numa velocidade de muitos quilômetros por
hora, nem parecia a mesma pessoa que a pouco estava ofegante. Dava para sentir
uma aura quente, energética e acolhedora só de olhar para ela. Uma menina
simpática e muito inteligente para sua idade, porém como havia apenas 10 anos.
Tinha uma ingenuidade que há tempos sumira de Daia, mesmo contendo a mesma
idade, e morarem na mesma pequena vila, tiveram vidas absurdamente diferentes.
O que a inocente Mina não sabia, era que neste mesmo dia teria um encontro que
mudaria toda a sua vida.
Ao contrário de Daia,
a outra jovem não era observadora. Passava as arvores pelos quais já conhecia
como uma flecha, e parava apenas para coisas desconhecidas extremamente diferentes
do que o seu padrão de vida cotidiano estava acostumado. Ela seguia na trilha
que agora não parecia ter fim, sempre igual, pedras, arbustos, pássaros. Tudo
lhe parecia sem diferença nenhuma. Porém havia... mas com tanta anciedade que
ela tinha de ir para a parte que não conhecia da floresta não reparava nas
mudanças. Que nos olhos de outros seria encontrada com uma facilidade
impressionante. Ela só foi parar quando viu que o território já conhecido e o
nunca explorado finalmente era dividido por uma cortinha especa de folhas, pela
qual Mina sempre desejara passar. Murmurando palavras de coragem, com um
sorriso determinado e ao mesmo tempo puro. Ela deu um passo a frente ao perigo,
carregando consigo um coração Acelerado, que palpitava a mil por hora dentro de
seu peito.
Mina estava
maravilhada, por traz da camada de folhas, enxergara algo que nunca pesou
existir, a beleza que o local exalava era muito grande. Parecia um local
abençoado por Deus. Tão puro e belo, um campo de lírios e rosas entre outras
flores. Todas brancas. Um lago no fundo tão limpo que se ela se aproximasse
conseguiria ver sua própria imagem refletida nele com perfeição. E um pouco
mais nos fundos, se encontravam ruínas, que deixavam por incrível que parecesse
tudo aquilo com um tom ainda mais angelical. Depois de sentir o aroma das
flores, colher algumas para mostrar para Daia que com certeza adoraria o
presente, apreciar a paisagem (coisa que raramente fazia), e beber daquela água tão límpida. Decidiu
explorar as ruínas no canto. Andou cuidadosamente pelo campo, tentando não
estragar as delicadas flores que cobriam a maioria daquela magnífica clareira.
Chegando nelas, era possível
sentir os anos que foram se passando e deixando tudo naquele estado, Mina
tentava imaginar o que era antes. Chegou a conclusão que era alguma cabana
abandonada pelos traços característicos que ainda era possível enxergar. Porém
no meio de tantas coisas velhas, que pelo que pareciam ter durado séculos ali
parados, havia uma flor. Que diferente das outras não carregava consigo a cor
branca, ela era vermelha. Curiosa a menina quis tocar no tão delicado objeto.
Mas assim que o encostou um brilho veio, e ela escutou uma doce voz ao longe.
Não dava para saber ao certo o que dizia, mas sentia pelo tom que era algo bem
severo.
Sentindo um sono
profundo... Mina se deitou ali mesmo no chão ignorando o local aonde se
encontrava. No sonho avistara Daia, ela não era mais uma criança nele.
Aparentava ser já uma adulta, estava diferente, porém os cabelos prateados não
enganariam a garota, aquela era sua amiga. Ela chorava sobre Mina, de forma
triste, não havia como consolá-la em tal estado devastador. De alguma forma,
mesmo com tudo isso a menina que agora sonhava não parecia infeliz, sorria
gentilmente dizendo coisas mais doces que o próprio sorriso, todavia não
conseguira consolar a amiga. E desistindo se virou para outra pessoa. Uma
menina que também aparentava ser adulta. Seus olhos eram de um azul intenso
como o céu. Ou até mais, sua expressão tristonha deixara Mina com o coração
partido, mas como ela parecia ainda mais abatida, tentava parecer o mais forte possível.
Mesmo sabendo que não passava de uma mentira.
Mina acordou, não
estava mais naquele local tão angelical, confusa e sem saber direito aonde se
encontrava ela se levantou. Por que apenas de abrir os olhos apenas era possível
ver o céu... Igual a todos os outros, sempre com o mesmo azul. Por alguma razão
agora lembrara dos olhos tristonhos da menina que chorava ao lado de Daia que
havia visto em seu sonho. A tristeza percorria um pouco o coração dela, mas sem
se deixar abater olhou para o lugar que se encontrava no momento. Surpresa Mina
arregalou os olhos, tudo que enxergava eram flores, igual outrora. Porém desta
vez elas eram coloridas, de todos os tamanhos e cores. Deixando tudo colorido.
Era um campo de flores muitas vezes mais belo que o anterior. No meio dele
avistava-se um altar, muito robusto e aparentemente feio por mármore.
Desta vez exitando um
pouco, Mina foi em direção a ele cuidadosamente. Não gostaria de acabar caindo em outro lugar... Especialmente
agora que vira que a sexta e as flores que tinha recolhido sumiram. Em cima
dele, continha uma flor cor de rosa.. Parecia igual a vista da última vez,
porém a flor acima de tudo parecia pedir ajuda. Sem saber muito o que fazer,
pegou no material delicado com uma força incoerente o tirando rudemente do
local aonde estava preso. Então um clarão enorme se fez, não conseguindo
enxergar mais nada. Com o braço que estava livre cobriu os olhos evitando
machucalos com tamanho brilho. Depois de alguns minutos na sua mão formou-se
uma criaturinha curiosa. Suas asas coloridas lembravam um pouco a de uma
borboleta, porém eram coloridas e brilhantes, tinha um corpo delicado
semelhante a de um humano. E acima de tudo, semelhante aos da menina de olhos
azulados. A criatura se levantou e espreguiçando-se como se estivesse dormido
muito tempo. Depois disto virou o rosto para Mina e sorriu.
- Sinto-me
imensamente grata senhora, graças a você pude sair da flor que um mago havia
aprisionado-me. Meu nome é Silicia. – Dizendo isso fez uma referencia e abriu
os olhos.
Mina não tinha mais
dúvida.. ela era a garota que chorava em seus sonhos.
Nossa O-O
ResponderExcluirEstou mesmo ansiosa para aproxima parte Pla-chan, está ficando cada vez mais emocionante, o que vai acontecer a Daia e a Mina? o3o
Pla-chan, você é uma otima escritora sabia? :3
Abraços de uma Otaku
Pla-chan :)
ResponderExcluirSaudades de ti >.<
Como vai?
Você escreve muito bem *-*
Beijos e cuide-se
Rimas Do Preto
Sua limda limda limda *---*
ResponderExcluirCara, eu to tipo assim ~ 'OO' ~
Tu escreve bem á pacas, já disse isso e vou dizer todas as vezes que eu querer -q'
Escreves muito bem -q :3