05 outubro 2012

Fanfic Capitulo 5 - Os Campos Floridos


violin melody // original~♥ | edited by kisekikkyun~♥
OOOi <3
Minaa~ eu não to mais tite ^w^ -qqq na verdade aquilo ainda está preso em mim.. mas va lá.. -q gostei MUITO de vocês me apoiarem deste jeito >< MUITO MUITO MUITO OBRIGADA!
Vim com o capitulo cinco da fanfic c: avisando que esse é o maior O3O tipo.. gigante \o3o/ leiam onegai ><
Capitulo 5 – Os campos Floridos.
- Daia! – Falou uma voz familiar e querida vindo um pouco de longe. Daia tinha uma boa idéia de quem seria, mas não se deu o trabalho de olhar e conferir. Estava entretida vendo insetos coloridos que provavelmente se ela se aproximasse um pouquinho mais tentariam a picar com enormes ferrões listrados e assustadores. - Poderia colher as ervas medicinais que o doutor  pediu na semana passada por mim? – Pediu finalmente se aproximando o bastante para a garota sentir o calor humano que se juntava ao dela deixando o ambiente mais quente, também já dava para ouvir a respiração ofegante, como se ela tivesse corrido rapidamente para encontrá-la, porém Daia não tinha ouvido passos apressados vindo a seu encontro, porém também não tinha ouvido passos muitos lentos. Simplesmente concentrada como estava não ouvira absolutamente nada que não lhe interessasse.
Com um tom de tédio a garota se virou com olhos frios e calculistas que tinha. Não estava como muita vontade de deixar os insetos de lado, diferente da maioria das garotas, ela se interessava bastante por eles. A menina que havia pedido o favor a pouco olhava para Daia com olhos pidões implorando firmemente, com uma cabeça um pouco baixa e mãos grudadas na altura dos ombros. Enrolando os cabelos cacheados e marrons entre os dedos e com um suspiro Daia viu que não tinha alternativa a não ser atender o desejo que lhe imploravam tão convictamente.
- Está bem... Mas já não deveria ter-lo feito há muito tempo não concorda Mina? Você está sempre atrasando os prazos.. é por isso que a reputação da loja vai de mal a pior, não entendo como uma pessoa só consegue carregar consigo tamanha irresponsabilidade. – Disse em um tom claramente decepcionado Daia, com os cabelos prateados invadindo o rosto por causa do vento, e impedindo qualquer um independentemente do ponto de vista a expressão claramente decepcionada com Mina. Seus olhos dourados porém ainda visíveis estavam suficientemente expressivos a ponto de não precisarmos ver o rosto todo.
Como se fosse uma aprendiz que estivesse de fazer algo muito errado no meio dos ensinamentos, Mina expressou em sua face o clássico pedido de desculpas de sempre. E sem coragem de revidar aqueles olhos castanhos tão tristonhos e brilhantes carregando um eterno sentimento de culpa, Daia apenas concordou que faria mais uma vez um favor a menina. Nada diferente de seu cotidiano, antes de se levantar olhou mais uma vez ao local embaixo daquela grande arvore para ver se ainda achava as pequenas criaturinhas coloridas, mas estas já aviam escapado. Lamentando um pouco, e com um tédio sem fim Daia saiu para recolher as ervas pedidas a tempos pelo médico. Por muitos da vila, a garota era considerada fria, feia e simplesmente sem qualidades visíveis. Desde pequena seu cabelo fora meio prateado, o que fez olhares de desdém sempre serem lançados desde que ela se conhecia por gente. Sua única amiga era a doce Mina. A descuidada e alegre menina ao contrário de Daia, sempre fora o centro das atenções. Olhos brilhantes como estrelas, cabelos negros como a noite, uma pele branca e radiante como a lua. Tudo nela era encantador. Mina para a amiga, sempre seria considerada uma dama da noite. Mesmo não se comportando como uma, e pela idade meio baixa para tal título.
Enquanto caminhava na floresta admirando a natureza, que de alguma forma naquele dia parecia mais cintilante que os dias demais, Daia sentia o vento e se esqueceu um pouco das ervas e até o local aonde deveria as pegar. Ela amava a natureza tanto como amava aos pais, ela era tão querida quanto a preciosa e bela amiga. Tudo naquele local a deixava extremamente confortável. O clima estava perfeito, mesmo estando quente a infinita quantidade de arvores fazia uma sombra e permitindo apenas uma pouca quantidade de sol passar. Isso amenizava o efeito caloroso que o sol continha por locais urbanos.
Tudo estava quieto, diferentemente de outros dias naquele imenso e expeço local, não havia um pássaro cantar ao longe. Até que começou a ouviu passos se aproximando. Era Mina que pegara uma sexta extra e estava disposta a ajudar a amiga com as ervas. De um instante para outro voltando para a realidade, Daia agradeceu a gentileza, pegou a sexta e começou a procurar as ervas pedidas para serem coletadas.
- Bom, não sei se ajudaria muito. Mas sugiro que nós nos separemos aqui. Para procurar por direções diferentes. – Sugeriu Mina sem conseguir deixar a amiga na mão. Ela estava um pouco ofegante, “provavelmente correu desde a vila até aqui”. Concluiu a outra garota.
A idéia não parecia muito boa aos ouvidos de Daia, Mina não vinha com freqüência a floresta e provavelmente não saberia até onde poderia ir... não saberia dos perigos que enfrentaria se fosse a região proibida. O olhar preocupado da jovem era perceptível aos olhos de Mina. Que com um sorriso capaz de motivar qualquer coração ferido disse que daria conta, e que não seria preciso se preocupar com isso. Com receio gigantesco Daia disse que sim, pensando se iria arrepender-se por topar com esta idéia absurda.
Pulando de alegria, Mina pegou a sexta e saiu correndo numa velocidade de muitos quilômetros por hora, nem parecia a mesma pessoa que a pouco estava ofegante. Dava para sentir uma aura quente, energética e acolhedora só de olhar para ela. Uma menina simpática e muito inteligente para sua idade, porém como havia apenas 10 anos. Tinha uma ingenuidade que há tempos sumira de Daia, mesmo contendo a mesma idade, e morarem na mesma pequena vila, tiveram vidas absurdamente diferentes. O que a inocente Mina não sabia, era que neste mesmo dia teria um encontro que mudaria toda a sua vida.
Ao contrário de Daia, a outra jovem não era observadora. Passava as arvores pelos quais já conhecia como uma flecha, e parava apenas para coisas desconhecidas extremamente diferentes do que o seu padrão de vida cotidiano estava acostumado. Ela seguia na trilha que agora não parecia ter fim, sempre igual, pedras, arbustos, pássaros. Tudo lhe parecia sem diferença nenhuma. Porém havia... mas com tanta anciedade que ela tinha de ir para a parte que não conhecia da floresta não reparava nas mudanças. Que nos olhos de outros seria encontrada com uma facilidade impressionante. Ela só foi parar quando viu que o território já conhecido e o nunca explorado finalmente era dividido por uma cortinha especa de folhas, pela qual Mina sempre desejara passar. Murmurando palavras de coragem, com um sorriso determinado e ao mesmo tempo puro. Ela deu um passo a frente ao perigo, carregando consigo um coração Acelerado, que palpitava a mil por hora dentro de seu peito.
Mina estava maravilhada, por traz da camada de folhas, enxergara algo que nunca pesou existir, a beleza que o local exalava era muito grande. Parecia um local abençoado por Deus. Tão puro e belo, um campo de lírios e rosas entre outras flores. Todas brancas. Um lago no fundo tão limpo que se ela se aproximasse conseguiria ver sua própria imagem refletida nele com perfeição. E um pouco mais nos fundos, se encontravam ruínas, que deixavam por incrível que parecesse tudo aquilo com um tom ainda mais angelical. Depois de sentir o aroma das flores, colher algumas para mostrar para Daia que com certeza adoraria o presente, apreciar a paisagem (coisa que raramente fazia),  e beber daquela água tão límpida. Decidiu explorar as ruínas no canto. Andou cuidadosamente pelo campo, tentando não estragar as delicadas flores que cobriam a maioria daquela magnífica clareira.
Chegando nelas, era possível sentir os anos que foram se passando e deixando tudo naquele estado, Mina tentava imaginar o que era antes. Chegou a conclusão que era alguma cabana abandonada pelos traços característicos que ainda era possível enxergar. Porém no meio de tantas coisas velhas, que pelo que pareciam ter durado séculos ali parados, havia uma flor. Que diferente das outras não carregava consigo a cor branca, ela era vermelha. Curiosa a menina quis tocar no tão delicado objeto. Mas assim que o encostou um brilho veio, e ela escutou uma doce voz ao longe. Não dava para saber ao certo o que dizia, mas sentia pelo tom que era algo bem severo.
Sentindo um sono profundo... Mina se deitou ali mesmo no chão ignorando o local aonde se encontrava. No sonho avistara Daia, ela não era mais uma criança nele. Aparentava ser já uma adulta, estava diferente, porém os cabelos prateados não enganariam a garota, aquela era sua amiga. Ela chorava sobre Mina, de forma triste, não havia como consolá-la em tal estado devastador. De alguma forma, mesmo com tudo isso a menina que agora sonhava não parecia infeliz, sorria gentilmente dizendo coisas mais doces que o próprio sorriso, todavia não conseguira consolar a amiga. E desistindo se virou para outra pessoa. Uma menina que também aparentava ser adulta. Seus olhos eram de um azul intenso como o céu. Ou até mais, sua expressão tristonha deixara Mina com o coração partido, mas como ela parecia ainda mais abatida, tentava parecer o mais forte possível. Mesmo sabendo que não passava de uma mentira.
Mina acordou, não estava mais naquele local tão angelical, confusa e sem saber direito aonde se encontrava ela se levantou. Por que apenas de abrir os olhos apenas era possível ver o céu... Igual a todos os outros, sempre com o mesmo azul. Por alguma razão agora lembrara dos olhos tristonhos da menina que chorava ao lado de Daia que havia visto em seu sonho. A tristeza percorria um pouco o coração dela, mas sem se deixar abater olhou para o lugar que se encontrava no momento. Surpresa Mina arregalou os olhos, tudo que enxergava eram flores, igual outrora. Porém desta vez elas eram coloridas, de todos os tamanhos e cores. Deixando tudo colorido. Era um campo de flores muitas vezes mais belo que o anterior. No meio dele avistava-se um altar, muito robusto e aparentemente feio por mármore.
Desta vez exitando um pouco, Mina foi em direção a ele cuidadosamente. Não gostaria de  acabar caindo em outro lugar... Especialmente agora que vira que a sexta e as flores que tinha recolhido sumiram. Em cima dele, continha uma flor cor de rosa.. Parecia igual a vista da última vez, porém a flor acima de tudo parecia pedir ajuda. Sem saber muito o que fazer, pegou no material delicado com uma força incoerente o tirando rudemente do local aonde estava preso. Então um clarão enorme se fez, não conseguindo enxergar mais nada. Com o braço que estava livre cobriu os olhos evitando machucalos com tamanho brilho. Depois de alguns minutos na sua mão formou-se uma criaturinha curiosa. Suas asas coloridas lembravam um pouco a de uma borboleta, porém eram coloridas e brilhantes, tinha um corpo delicado semelhante a de um humano. E acima de tudo, semelhante aos da menina de olhos azulados. A criatura se levantou e espreguiçando-se como se estivesse dormido muito tempo. Depois disto virou o rosto para Mina e sorriu.
- Sinto-me imensamente grata senhora, graças a você pude sair da flor que um mago havia aprisionado-me. Meu nome é Silicia. – Dizendo isso fez uma referencia e abriu os olhos.
Mina não tinha mais dúvida.. ela era a garota que chorava em seus sonhos.

3 comentários:

  1. Nossa O-O
    Estou mesmo ansiosa para aproxima parte Pla-chan, está ficando cada vez mais emocionante, o que vai acontecer a Daia e a Mina? o3o
    Pla-chan, você é uma otima escritora sabia? :3
    Abraços de uma Otaku

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  2. Pla-chan :)
    Saudades de ti >.<
    Como vai?
    Você escreve muito bem *-*

    Beijos e cuide-se
    Rimas Do Preto

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  3. Sua limda limda limda *---*
    Cara, eu to tipo assim ~ 'OO' ~
    Tu escreve bem á pacas, já disse isso e vou dizer todas as vezes que eu querer -q'
    Escreves muito bem -q :3

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