Yoo :3
Pessoaas... vou lhes mostrar a saga maaaais fofa com cachorros que eu já vi na minha vida (* ^ *) pra quem gosta ou não de vocaloid! ~não é saga de vocaloid pra quem se irrita com a voz deles~ -q
Enfim... vou mostrar essa saga para vocês, fala de um cachorro e de um menino que sempre foram muito amigos desde pequenos. Saiba mais da história clicando em leia mais
Também encontraremos minha fanfic falando sobre essa saga ^ ^ desculpa importuna-los com tantas histórias >//< mas eu gostaria que vcs lessem ;--; meu sonho é ser escritora sabe? ^//~//^''
Também encontraremos minha fanfic falando sobre essa saga ^ ^ desculpa importuna-los com tantas histórias >//< mas eu gostaria que vcs lessem ;--; meu sonho é ser escritora sabe? ^//~//^''
My First Friend part 1
My First Friend -Answer- part 2
Fanfic part 1
Quando pequeno sempre brincava sozinho, sonhando com aquelas maravilhosas amizades que via na TV.. e imaginando como seria..
Ainda não ia pra escola, e meus parentes moravam muito longe, não os conhecia tão bem para dizer que alguns deles seriam meus amigos.
Enquanto via TV, brincava com meu lego, a única maneira de diversão que me era possível obter sozinho. Enquanto as peças em minhas mãos formavam cidades inteiras, todas coloridas me fazendo imaginar se o mundo seria assim visto de cima. Aos olhos de uma criança tudo é belo, mesmo sem alguém que consiga compartilhar as maravilhas encontradas em sua imaginação.
Porém, tanta felicidade vai se esgotando, a escola começa. E mesmo assim, eu ainda pequeno não conseguia ter um único amigo. Era menor que os outros, e talvez mais magrinho e então estranhando meu jeito de ser, apenas caçoavam da minha ingenuidade, que de algum modo, estava presente no coração dos agressores também.Com meu olhar triste que não deveria existir, já incapaz de crer na beleza das amizades na TV chorava nos braços quentes daqueles que me deram a vida. Preocupados, meus pais tiveram uma brilhante ideia, que no momento não fazia a menor ideia do que poderia ser.
Em um domingo como outro qualquer, acordei com a luz em meu rosto atrapalhando maravilhosos sonhos cobertos de esperanças, aventuras e alegrias. Algo que parecia que estava me escapando por alguma fresta. Acordando meio bambo, me direcionei a minha caixa de brinquedos, pegando como sempre meus favoritos, um carrinho já meio enferrujado que havia ganhado no meu aniversário, e meu lego que de tanto usar começavam a deixar a cor fugir ficando em um tom desbotado.
Tinha medo que meus pais se cansassem de mim assim como meus colegas, então sempre ficava em um canto brincando, o mais baixinho possível evitando chamar atenção. Até que minha mãe e meu pai desceram finalmente dando seus passos calmos, de quem já não tem mais tanta pressa na vida. E me ignorando dirigiram-se a porta apenas olhando para mim e falando uma despedida rápida, com medo de ficar sozinho, mas também com medo de me deixarem. Simplesmente fiquei brincando com minhas próprias cidades e mundos, inseguro se meus pais ainda voltariam para uma criança sem graça como eu.
Quando comecei a chorar, ouvi os mesmos passos que já estava tão acostumado voltando, e sentindo um imenso alivio no coração vendo como eles vinham em minha direção. "Eles ainda me amam.. que bom" foi o que pensei, com uma felicidade indescritível passando-se por meu rosto.
Se abaixando um pouco para me olhar nos olhos, minha mãe sorriu de forma doce, estendendo os braços com uma coisa diferente do que estava habituado, um serzinho alegre, felpudo, todo laranjinha que olhava parar mim com olhos alegres como de pedisse para brincar comigo. Deixando-o no chão ao meu lado com seu jeito cuidadoso, minha mãe olhou para mim e falou com sua voz doce:
-Você não está mais sozinho... Nunca esteve, mas agora.. Lhe dou a sua primeira amizade.- Mamãe ao dizer tais palavras sorrindo de modo sereno, saiu da sala nos deixando a sós.
No começo estranhei vendo algo diferente do que estava habituado, o animalzinho, vendo minha insegurança, se aproximou ainda mais de mim com um olhar doce, e parou quado nossos rostos estavam praticamente se encostando, me lambendo de uma maneira calorosa. Como se dissesse que gostaria de brincar comigo. Vendo aqueles olhos que não pareciam mentir, ou ter qualquer maldade, guardei rapidamente meus lego e sai para brincar como sempre desejei, com um amigo ao meu lado. Começamos a rolar pela grama, nos sujando de terra, correndo e caindo. Não sentia dor nos meus machucados, elas eram cobertas por minhas risadas e latidos finos dele, que corria atras de mim fazendo força para me acompanhar com suas pernas tão pequenas.Me sentia tão bem, nunca havia imaginado que tais sentimentos um dia viriam a surgir, mas correndo pela longa colina perto de casa, havia me esquecido por um instante das pessoas tão cruéis que na minha escola estava lotada. Paramos de correr quando o sol já estava se pondo, paramos no ponto mais alto da colina, queria mostrar ao meu novo amigo como a vista era bela. Sentei com um grande sorriso no rosto, e ele deitou próximo a mim olhando-me, talvez esperando que eu dissesse algo... retribuía o olhar tentando mostra-lo toda minha alegria que era te-lo ao meu lado, e pensando no que ele pedia que eu lhe contasse.. até que entendi perfeitamente o que queria me dizer, ele ainda não tinha um nome.
- É isso que você quer? Um nome? - perguntei com esperanças de obter alguma resposta, mas o cachorrinho continuava me olhando da mesma maneira - Se é isso que você quer.. eu posso pensar em um... que tal Pochi?? - o cachorro apenas virou a cabeça em sinal de dúvida - Muito comum né? Acha que é simples? Então ta... tentarei pensar em algo melhor.. você verá! Vou te arrumar o melhor nome do mundo! - Disse todo entusiasmado esticando meus braços com o mais longe que conseguia e deitando naquela grama tão macia e verde que cobria um chão coberto por terra. Nesse exato momento lembrei-me de meu brinquedo favorito agora deixado de lado para começar uma nova era de brincadeiras não mais solitárias - JÁ SEI!! SEU NOME VAI SER LEGO! - exclamei extremamente satisfeito com os resultados. Era um nome perfeito para mim, lego significava meu mundo, e talvez tudo para mim.. agora graças aquele pequeno animal, eu criaria uma nova vida cheia de descobertas. O pequenino filhote concordou comigo, ou pelo menos pensei. Mas seu latido parecia-me animado em um tom como se estivesse concordando.
Depois que anoiteceu, voltamos para casa nós dois ainda sorrindo, mas ao contrário de nós dois. Meus pais não estavam nada contentes em ver o filho e seu novo animal chegarem assim tão tarde, tão sujos e cheios de machucados feitos por brincadeiras que marcaram tantas infâncias, dentre delas.. a minha.
Nesse dia maravilhoso repleto de alegrias que até hoje não sei se voltarei a sentir igual, dormi com um sorriso no rosto, sonhando com as minhas aventuras em uma cidade colorida como se fosse feita de brinquedos, aonde eu me aventurava com um certo animalzinho companheiro que me fez tão feliz.
Fim da Parte 1
Enquanto via TV, brincava com meu lego, a única maneira de diversão que me era possível obter sozinho. Enquanto as peças em minhas mãos formavam cidades inteiras, todas coloridas me fazendo imaginar se o mundo seria assim visto de cima. Aos olhos de uma criança tudo é belo, mesmo sem alguém que consiga compartilhar as maravilhas encontradas em sua imaginação.
Porém, tanta felicidade vai se esgotando, a escola começa. E mesmo assim, eu ainda pequeno não conseguia ter um único amigo. Era menor que os outros, e talvez mais magrinho e então estranhando meu jeito de ser, apenas caçoavam da minha ingenuidade, que de algum modo, estava presente no coração dos agressores também.Com meu olhar triste que não deveria existir, já incapaz de crer na beleza das amizades na TV chorava nos braços quentes daqueles que me deram a vida. Preocupados, meus pais tiveram uma brilhante ideia, que no momento não fazia a menor ideia do que poderia ser.
Em um domingo como outro qualquer, acordei com a luz em meu rosto atrapalhando maravilhosos sonhos cobertos de esperanças, aventuras e alegrias. Algo que parecia que estava me escapando por alguma fresta. Acordando meio bambo, me direcionei a minha caixa de brinquedos, pegando como sempre meus favoritos, um carrinho já meio enferrujado que havia ganhado no meu aniversário, e meu lego que de tanto usar começavam a deixar a cor fugir ficando em um tom desbotado.
Tinha medo que meus pais se cansassem de mim assim como meus colegas, então sempre ficava em um canto brincando, o mais baixinho possível evitando chamar atenção. Até que minha mãe e meu pai desceram finalmente dando seus passos calmos, de quem já não tem mais tanta pressa na vida. E me ignorando dirigiram-se a porta apenas olhando para mim e falando uma despedida rápida, com medo de ficar sozinho, mas também com medo de me deixarem. Simplesmente fiquei brincando com minhas próprias cidades e mundos, inseguro se meus pais ainda voltariam para uma criança sem graça como eu.
Quando comecei a chorar, ouvi os mesmos passos que já estava tão acostumado voltando, e sentindo um imenso alivio no coração vendo como eles vinham em minha direção. "Eles ainda me amam.. que bom" foi o que pensei, com uma felicidade indescritível passando-se por meu rosto.
Se abaixando um pouco para me olhar nos olhos, minha mãe sorriu de forma doce, estendendo os braços com uma coisa diferente do que estava habituado, um serzinho alegre, felpudo, todo laranjinha que olhava parar mim com olhos alegres como de pedisse para brincar comigo. Deixando-o no chão ao meu lado com seu jeito cuidadoso, minha mãe olhou para mim e falou com sua voz doce:
-Você não está mais sozinho... Nunca esteve, mas agora.. Lhe dou a sua primeira amizade.- Mamãe ao dizer tais palavras sorrindo de modo sereno, saiu da sala nos deixando a sós.
No começo estranhei vendo algo diferente do que estava habituado, o animalzinho, vendo minha insegurança, se aproximou ainda mais de mim com um olhar doce, e parou quado nossos rostos estavam praticamente se encostando, me lambendo de uma maneira calorosa. Como se dissesse que gostaria de brincar comigo. Vendo aqueles olhos que não pareciam mentir, ou ter qualquer maldade, guardei rapidamente meus lego e sai para brincar como sempre desejei, com um amigo ao meu lado. Começamos a rolar pela grama, nos sujando de terra, correndo e caindo. Não sentia dor nos meus machucados, elas eram cobertas por minhas risadas e latidos finos dele, que corria atras de mim fazendo força para me acompanhar com suas pernas tão pequenas.Me sentia tão bem, nunca havia imaginado que tais sentimentos um dia viriam a surgir, mas correndo pela longa colina perto de casa, havia me esquecido por um instante das pessoas tão cruéis que na minha escola estava lotada. Paramos de correr quando o sol já estava se pondo, paramos no ponto mais alto da colina, queria mostrar ao meu novo amigo como a vista era bela. Sentei com um grande sorriso no rosto, e ele deitou próximo a mim olhando-me, talvez esperando que eu dissesse algo... retribuía o olhar tentando mostra-lo toda minha alegria que era te-lo ao meu lado, e pensando no que ele pedia que eu lhe contasse.. até que entendi perfeitamente o que queria me dizer, ele ainda não tinha um nome.
- É isso que você quer? Um nome? - perguntei com esperanças de obter alguma resposta, mas o cachorrinho continuava me olhando da mesma maneira - Se é isso que você quer.. eu posso pensar em um... que tal Pochi?? - o cachorro apenas virou a cabeça em sinal de dúvida - Muito comum né? Acha que é simples? Então ta... tentarei pensar em algo melhor.. você verá! Vou te arrumar o melhor nome do mundo! - Disse todo entusiasmado esticando meus braços com o mais longe que conseguia e deitando naquela grama tão macia e verde que cobria um chão coberto por terra. Nesse exato momento lembrei-me de meu brinquedo favorito agora deixado de lado para começar uma nova era de brincadeiras não mais solitárias - JÁ SEI!! SEU NOME VAI SER LEGO! - exclamei extremamente satisfeito com os resultados. Era um nome perfeito para mim, lego significava meu mundo, e talvez tudo para mim.. agora graças aquele pequeno animal, eu criaria uma nova vida cheia de descobertas. O pequenino filhote concordou comigo, ou pelo menos pensei. Mas seu latido parecia-me animado em um tom como se estivesse concordando.
Depois que anoiteceu, voltamos para casa nós dois ainda sorrindo, mas ao contrário de nós dois. Meus pais não estavam nada contentes em ver o filho e seu novo animal chegarem assim tão tarde, tão sujos e cheios de machucados feitos por brincadeiras que marcaram tantas infâncias, dentre delas.. a minha.
Nesse dia maravilhoso repleto de alegrias que até hoje não sei se voltarei a sentir igual, dormi com um sorriso no rosto, sonhando com as minhas aventuras em uma cidade colorida como se fosse feita de brinquedos, aonde eu me aventurava com um certo animalzinho companheiro que me fez tão feliz.
Fim da Parte 1
Adorei!
ResponderExcluirBjuuu
imperfectsmiles-nathi.
Arigatou ^//~//^
Excluir~Awwwwn Kawaii. Lego é um nome tão fofo, talvez quando tiver o meu primeiro inu na páscoa possa chamar-lhe Lego :3
ResponderExcluirQuero mais Pla-nee-sama *---*
**Kissus
nyaah >//< gostou? kk' eu achei ele tão forçado de uma pessoa totalmente sem idéias.. >///<'
Excluirpla-nee-sana? O3O'' wow acho que não mereço ser chamada assim XD'
Oowwwwn
ResponderExcluirkawaii, é a história mais fofa que já li.
Ela me lembra de quando ganhei minha cadelinha.
Queremos mais!!!
~Kissus~
nussa calma sem exageros XD com certeza existem histórias beem mais kawaiis \o/ -q
ExcluirNya *u* que fofo cadelinhas são uma gracinha X3
Pla-chan sempre enchendo nossos olhos de lagrimas ;w;
ResponderExcluirAgora me lembrei do cachorrinho do meu irmão que foi embora com ele, sinto tantas saudades ç~ç
Abraços de uma otaku chorona nee Y3Y'
LOL XD
Excluirnya os filmezinhos são dumal ç3ç'' eu choro toda a vez que ouço! Ahh ç-ç a unica cadelinha que eu tive até agora ta vivinha da silva -qq
*aperta de volta os abraços* o3o jaa nee :3
~~/o/